Neurocirurgia de coluna: avaliação da coluna vertebral com equipe especializada na SUORT Clínica Integrada, Perdizes, São Paulo

Neurocirurgia de Coluna: Quando a Cirurgia é Indicada

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Poucas frases assustam tanto quanto ouvir que talvez seja preciso operar a coluna. A imagem que se forma na cabeça costuma ser a pior possível: cirurgia grande, risco de ficar na cadeira de rodas, meses parado. É justamente por causa desse medo que muita gente chega à SUORT Clínica Integrada, em Perdizes, zona oeste de São Paulo, com um laudo de ressonância na mão e uma pergunta que resume tudo: vou ter que fazer neurocirurgia de coluna? A resposta, na maioria esmagadora das vezes, é tranquilizadora, e vale começar por ela.

A verdade que a boa medicina defende é simples e contraintuitiva: a maior parte das dores de coluna não precisa de cirurgia. A neurocirurgia de coluna existe para um grupo específico de situações, bem delimitadas, e não para toda dor nas costas ou toda hérnia que aparece num exame. Entender onde está essa fronteira, quais são os sinais de alerta reais e por que reservar a faca costuma ser a decisão mais sábia é o que separa um tratamento bem conduzido de uma indicação apressada. Esse é o assunto deste guia.

Recebeu a indicação de cirurgia de coluna e quer uma segunda opinião?

Nem toda hérnia ou dor lombar precisa de cirurgia. Uma avaliação criteriosa esclarece o seu caso. Em Perdizes, com ortopedia, fisioterapia e neurocirurgia de coluna no mesmo endereço e mais de 50 convênios.

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A MAIORIA DAS DORES DE COLUNA NÃO PRECISA DE CIRURGIA

Comecemos pelo tamanho do problema, porque ele explica muita coisa. A dor lombar é, hoje, a principal causa de anos vividos com incapacidade no mundo inteiro. O Global Burden of Disease Study 2021, publicado na revista The Lancet Rheumatology em 2023, estimou que cerca de 619 milhões de pessoas conviviam com dor lombar em 2020, e projetou algo perto de 843 milhões até 2050. É uma epidemia silenciosa, e seria um desastre se cada uma dessas pessoas fosse candidata a bisturi.

Felizmente, não é assim que funciona. Sociedades médicas de ortopedia e de coluna estimam que em torno de 90% dos episódios de dor lombar melhoram com tratamento conservador, ou seja, sem operar, muitas vezes em poucas semanas. O mesmo raciocínio vale para a hérnia de disco com dor ciática: boa parte dos casos regride com fisioterapia, medicação e tempo, sem que a neurocirurgia de coluna precise entrar em cena. O corpo tem uma capacidade real de reabsorver parte do material herniado e de acalmar a inflamação em torno do nervo.

Há um dado que ajuda a colocar os exames no lugar certo. Um estudo clássico de Brinjikji e colaboradores, publicado no American Journal of Neuroradiology em 2015, analisou ressonâncias de pessoas sem nenhuma dor nas costas e encontrou alterações em quantidade impressionante: cerca de 40% dos indivíduos com 30 anos já tinham protrusão discal na imagem, mesmo sem sintoma algum, e essa proporção só cresce com a idade. Traduzindo, achado de exame não é sinônimo de doença que precisa operar. Enxergar uma hérnia na ressonância de quem não tem queixa compatível é comum, e por isso a imagem nunca decide a cirurgia sozinha.

O QUE É A NEUROCIRURGIA DE COLUNA

A neurocirurgia de coluna é a especialidade cirúrgica que trata as doenças da coluna vertebral que comprometem, ou ameaçam comprometer, as estruturas nervosas: a medula espinhal e as raízes dos nervos que saem entre as vértebras. O objetivo central de boa parte desses procedimentos é liberar essas estruturas de uma compressão, devolvendo espaço ao nervo, e, quando necessário, estabilizar segmentos da coluna que perderam a firmeza. Não é uma cirurgia de dor pela dor, e sim uma cirurgia de função e de proteção do sistema nervoso.

Na prática, esse serviço lida com quadros como a hérnia de disco que comprime uma raiz nervosa e não responde ao tratamento, a estenose de canal lombar, que é o estreitamento do canal por onde passam os nervos, algumas instabilidades e deformidades, além de tumores, infecções e fraturas da coluna. Cada um desses cenários tem seu próprio limiar para a indicação cirúrgica, e a régua muda bastante de um para o outro. O ponto em comum é que a decisão nunca parte apenas da imagem: ela nasce do encontro entre o que o exame mostra, os sintomas do paciente e a resposta ao tratamento já tentado.

Vale um esclarecimento sobre a estrutura da SUORT. A clínica é conduzida pelo Dr. Sérgio Rowinski, ortopedista com especialização em ombro e cotovelo, e o serviço de neurocirurgia de coluna é oferecido por equipe especializada dentro do mesmo modelo de cuidado. A filosofia que orienta o consultório vale para a coluna como vale para qualquer articulação: investigar antes de indicar, e reservar a cirurgia para quem de fato precisa dela.

Fisioterapia da coluna como primeiro caminho antes de considerar a neurocirurgia de coluna, na SUORT Clínica Integrada, Perdizes, São Paulo

QUANDO A CIRURGIA É REALMENTE INDICADA

Existe uma resposta técnica bem estabelecida para quando a neurocirurgia de coluna deixa de ser um talvez e passa a ser um caminho concreto. São, em essência, quatro situações. Conhecê-las ajuda o paciente a entender a lógica da indicação e a não confundir uma dor forte, porém tratável, com um quadro que exige o centro cirúrgico.

A primeira é o déficit neurológico progressivo. Quando a compressão do nervo começa a roubar força de forma que piora com o passar dos dias, uma perna que vai ficando mais fraca, um pé que começa a arrastar, uma mão que perde firmeza, isso deixa de ser apenas dor e passa a ser perda de função em curso. Diante de fraqueza que avança, a janela para descomprimir o nervo e preservar sua recuperação tem hora para fechar, e a cirurgia entra na conversa com prioridade.

A segunda é a síndrome da cauda equina, e essa é a mais urgente de todas. Trata-se da compressão grave do feixe de nervos no final do canal lombar, que provoca perda de controle da bexiga e do intestino, dormência na região genital e nas nádegas, aquilo que se chama de anestesia em sela, e fraqueza nas pernas. Aqui a lógica se inverte: a neurocirurgia de coluna deixa de ser a última opção e vira emergência, porque cada hora conta para a chance de recuperar a função. Quem tiver esses sinais deve procurar um pronto-socorro sem esperar.

A terceira é a dor refratária. Fala-se dela quando a dor que irradia para a perna ou para o braço, causada por uma compressão comprovada, persiste apesar de meses de tratamento conservador bem feito, com fisioterapia, medicação e, em casos selecionados, infiltração. Não é a dor de alguns dias nem a dor que ainda não recebeu tratamento adequado. É a dor que resistiu ao caminho correto e continua tirando o sono, o trabalho e a qualidade de vida. A quarta situação é a instabilidade ou a deformidade, quando a coluna perde a firmeza estrutural, como em certos escorregamentos de vértebra ou deformidades progressivas, e a estabilização cirúrgica passa a fazer sentido.

Sua dor na coluna já dura meses e não melhora com nada?

Dor persistente merece uma investigação séria, que separe o que se trata sem operar do que precisa de cirurgia. Avaliação com ortopedia, fisioterapia e neurocirurgia de coluna em Perdizes.

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OS SINAIS DE ALERTA (RED FLAGS) QUE PEDEM PRESSA

Na medicina de coluna, existe uma lista de sintomas conhecidos como red flags, os sinais de alerta que indicam que a dor pode ter uma causa mais séria e que a avaliação não deve esperar. Eles não significam que a cirurgia é certa, mas significam que aquele paciente precisa ser examinado com urgência, porque por trás da dor pode haver algo que a neurocirurgia de coluna, ou outro tratamento imediato, tenha de resolver em tempo hábil.

Guarde esta lista. Perda de controle da urina ou das fezes. Dormência na região genital, entre as pernas ou nas nádegas. Fraqueza que piora rápido em uma perna, no pé ou no braço. Febre acompanhando a dor nas costas, que pode indicar infecção. Dor intensa que não melhora deitado e piora à noite. Dor nova na coluna em quem tem histórico de câncer. Perda de peso sem explicação junto com a dor. Diante de qualquer um desses sinais, o certo é procurar atendimento sem demora, e não esperar para ver se melhora.

A imensa maioria das dores de coluna não traz nenhuma dessas bandeiras vermelhas, e é por isso mesmo que a conduta correta na maior parte dos casos é o tratamento conservador com acompanhamento. Reconhecer os red flags serve justamente para separar o comum do grave, para que o raro caso perigoso não passe despercebido no meio de tantos episódios benignos. Esse filtro é uma das razões pelas quais a primeira consulta, com exame clínico caprichado, importa tanto.

O CAMINHO CONSERVADOR VEM PRIMEIRO

Antes de qualquer discussão sobre centro cirúrgico, o tratamento da imensa maioria dos quadros de coluna começa e muitas vezes termina no caminho conservador. Ele reúne a fisioterapia orientada, o exercício terapêutico, a educação do paciente sobre postura e movimento, a medicação para dor e inflamação nas fases agudas e, em situações selecionadas, a infiltração guiada para controlar a dor e ganhar tempo. É esse conjunto que resolve a maior parte das hérnias de disco e das lombalgias, sem que a neurocirurgia de coluna precise ser acionada.

A fisioterapia é o coração dessa fase, e é aqui que a estrutura integrada da SUORT ajuda de forma concreta. O programa fortalece a musculatura que sustenta a coluna, o chamado core, recupera a mobilidade perdida e reeduca o movimento do dia a dia, aquilo que faz a diferença ao sentar, levantar e carregar peso. Uma coluna bem apoiada por músculos fortes distribui melhor a carga e sofre menos, o que reduz a dor e diminui a chance de novas crises. Não é exagero dizer que o fortalecimento funciona como uma cinta natural para a coluna.

É nesse ponto que entra uma frase que o Dr. Sérgio Rowinski costuma repetir e que resume a doutrina da casa: o bom médico tenta tirar o paciente da faca em tudo que der. No universo da coluna, isso significa investir a fundo no tratamento conservador antes de pensar em cirurgia, porque para a maioria das pessoas é justamente esse caminho que devolve a vida sem risco cirúrgico. Ortopedia é qualidade de vida, e viver com dor não é normal, mas a resposta para essa dor quase nunca começa no bisturi.

TÉCNICAS MINIMAMENTE INVASIVAS: QUANDO OPERAR, OPERAR BEM

Quando a cirurgia é de fato indicada, dentro daqueles quatro cenários, a boa notícia é que a neurocirurgia de coluna mudou muito nas últimas décadas. As técnicas minimamente invasivas usam incisões pequenas, afastadores especiais que separam a musculatura em vez de cortá-la, e recursos como microscópio e câmeras de vídeo para operar com precisão através de acessos reduzidos. O ganho principal é preservar os tecidos ao redor da coluna, o que costuma se traduzir em menos dor no pós-operatório, menor perda de sangue e recuperação mais rápida.

Procedimentos como a microdiscectomia, para retirar o fragmento de disco que comprime a raiz nervosa, e as descompressões para a estenose de canal lombar podem, em muitos casos, ser feitos por essas vias mais delicadas. Ainda assim, é preciso dizer com franqueza que minimamente invasivo não é sinônimo de sem risco, nem de indicado para todo mundo. A escolha da técnica depende do diagnóstico exato, da anatomia de cada pessoa e do objetivo do procedimento, e é uma decisão que cabe à equipe especializada em neurocirurgia de coluna, caso a caso.

Há aqui um paralelo direto com a filosofia que o Dr. Sérgio aplica no ombro e que a equipe estende à coluna: o conceito de janela de oportunidade. Adiar demais uma cirurgia bem indicada, deixando o nervo comprimido por tempo excessivo ou a musculatura atrofiar, pode tornar a recuperação mais difícil do que se a decisão fosse tomada no momento certo. Não se trata de correr para operar, e sim de não perder o instante em que a cirurgia oferece o melhor resultado. Reservar a faca não é sinônimo de adiar indefinidamente; é indicar na hora exata quem realmente precisa.

A VANTAGEM DE INVESTIGAR TUDO NO MESMO LUGAR

Um problema de coluna raramente é só da coluna. A mesma dor lombar que leva ao consultório costuma vir acompanhada de encurtamentos musculares, fraqueza do core, alterações na forma de caminhar e, às vezes, dor que desce para o quadril ou para a perna. Olhar apenas para a ressonância, sem enxergar a pessoa inteira que se mexe e se compensa por causa da dor, deixa metade da história de fora. É por isso que o modelo integrado faz tanta diferença no seguimento desses casos.

Na SUORT, o paciente com dor na coluna pode ser avaliado pelo ortopedista, ter os exames interpretados, começar a fisioterapia para fortalecer a musculatura e, quando o quadro exige, contar com a avaliação do serviço de neurocirurgia de coluna sem precisar circular por endereços diferentes. Para uma condição que quase sempre pede acompanhamento ao longo do tempo, ter tudo perto e articulado economiza deslocamento, evita retrabalho e mantém o tratamento no eixo. A decisão de operar, quando aparece, é discutida com a mesma equipe que já conhece a história do paciente.

QUEM CONDUZ O PADRÃO DE ATENDIMENTO DA SUORT

A SUORT é conduzida pelo Dr. Sérgio Rowinski (RQE 141144), ortopedista formado pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP, com especialização em Cirurgia de Ombro e Cotovelo concluída em 2005 na mesma instituição e membro da SBCOC, a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo. São mais de 20 anos de ortopedia e cerca de 2.000 cirurgias realizadas. A coluna tem seu próprio time especializado dentro da clínica, mas a régua de conduta que vale para o ombro é a mesma que orienta o serviço de neurocirurgia de coluna: investigar antes de indicar, e reservar a cirurgia para quem de fato precisa dela.

Consultório da SUORT Clínica Integrada em Perdizes, onde a indicação de neurocirurgia de coluna é avaliada com critério, São Paulo

Essa régua tem nome e método. O Dr. Sérgio Rowinski é faculty internacional do programa Shoulder Planet, com sete viagens à Índia e treinamentos práticos na Argentina, e atua como preceptor de residentes em São Paulo. Quem ensina precisa justificar cada conduta, e é esse hábito que sustenta a filosofia Slow Medicine adotada na clínica: ouvir o paciente, investigar o histórico e só então pedir exame ou indicar tratamento. Para quem chega com dor na coluna e convênio em mãos, isso significa sair da consulta com um plano claro, não com uma indicação cirúrgica precipitada.

TRATAMENTO DE COLUNA COM CONVÊNIO EM PERDIZES

A SUORT Clínica Integrada, na Rua Cayowaá, 2066, em Perdizes, reúne ortopedia, fisioterapia e o serviço de neurocirurgia de coluna no mesmo endereço, com mais de 50 convênios aceitos. Essa integração faz diferença real, porque o mesmo paciente pode investigar a origem da dor, iniciar o tratamento conservador e, quando necessário, contar com avaliação cirúrgica especializada sem trocar de clínica. Para uma condição que exige seguimento ao longo do tempo, ter tudo articulado num só lugar mantém o cuidado coerente do começo ao fim.

A localização em Perdizes coloca a clínica ao alcance de quem mora na região central e na zona oeste de São Paulo. Quem vem de Higienópolis ou de Santa Cecília chega em poucos minutos; de Pompeia, com a referência do SESC Pompeia e do Allianz Parque por perto, o trajeto até Perdizes é curto. Pacientes de Sumaré, Barra Funda e Lapa contam com o metrô e as principais avenidas para uma chegada tranquila, e moradores da Vila Madalena e de Pinheiros encontram na SUORT uma referência próxima para cuidar da coluna sem grandes deslocamentos.

Os convênios aceitos incluem Bradesco Saúde, Unimed Seguros, Cassi, Omint, Notredame, Mediservice, Cabesp, Geap, Allianz Saúde e mais de 40 outros planos. Confira a lista completa em suort.com.br/convenios.php ou fale pelo WhatsApp (11) 97157-4944. A clínica funciona de segunda a quinta das 7h às 19h e sexta das 7h às 18h, e o agendamento pode ser feito pelo telefone (11) 3868-5566, pelo WhatsApp ou em suort.com.br/fale-conosco.php.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE NEUROCIRURGIA DE COLUNA

Toda hérnia de disco precisa de cirurgia? Não. A grande maioria das hérnias de disco melhora com tratamento conservador, sem operar. Fisioterapia, medicação para dor e reforço da musculatura resolvem boa parte dos casos em algumas semanas. A neurocirurgia de coluna fica reservada para situações específicas, como dor que não cede após meses de tratamento bem feito, perda de força progressiva na perna ou no braço, ou sinais de compressão grave dos nervos. A imagem que mostra a hérnia não decide sozinha a cirurgia. Entenda melhor a hérnia de disco e as opções de tratamento.

Quando a cirurgia de coluna é realmente indicada? A neurocirurgia de coluna é indicada em quatro cenários principais: déficit neurológico progressivo, como fraqueza que aumenta na perna ou no braço; síndrome da cauda equina, uma emergência com perda de controle da urina ou das fezes e anestesia na região genital; dor refratária, que persiste apesar de meses de tratamento conservador bem conduzido; e instabilidade ou deformidade da coluna. Fora desses casos, o caminho começa quase sempre pela dor lombar tratada sem cirurgia.

Quais são os sinais de alerta que exigem avaliação urgente? Alguns sinais, chamados de red flags, pedem avaliação sem demora: perda de controle da urina ou das fezes, dormência na região genital, fraqueza que piora rápido em uma perna ou no braço, febre associada à dor nas costas, dor intensa que não melhora deitado e piora à noite, e histórico de câncer com dor nova na coluna. Diante de qualquer um desses sinais, procure atendimento com rapidez. Isso vale também para quadros de dor cervical com irradiação e perda de força.

O que é a síndrome da cauda equina? É uma compressão grave do feixe de nervos que ocupa a parte final do canal da coluna. Ela provoca perda de controle da bexiga e do intestino, dormência em sela na região genital e nas nádegas, e fraqueza nas pernas. É considerada uma emergência cirúrgica: quanto antes a descompressão é feita, maior a chance de recuperar a função. Esse é um dos poucos quadros de coluna em que a cirurgia deixa de ser a última opção e passa a ser prioridade.

A cirurgia de coluna hoje é minimamente invasiva? Em muitos casos, sim. As técnicas minimamente invasivas usam incisões pequenas, afastadores especiais e, em parte dos procedimentos, câmeras e microscópio, o que preserva a musculatura e costuma resultar em menos dor no pós-operatório e recuperação mais rápida. Ainda assim, minimamente invasivo não quer dizer sem risco nem indicado para todos. A escolha da técnica é sempre individual. Em quadros de estreitamento do canal, entenda a estenose de canal lombar.

A SUORT tem tratamento de coluna com convênio em Perdizes? Sim. A SUORT Clínica Integrada, em Perdizes, São Paulo, reúne ortopedia, fisioterapia e o serviço de neurocirurgia de coluna, conduzido por equipe especializada, no mesmo endereço, com mais de 50 convênios aceitos. Isso permite investigar a dor, iniciar o tratamento conservador e, quando a cirurgia é necessária, contar com avaliação cirúrgica sem trocar de clínica. Em casos selecionados, a infiltração na coluna ajuda a controlar a dor antes de qualquer decisão cirúrgica.

Veja também: Hérnia de Disco | Dor Lombar | Dor Cervical | Estenose de Canal Lombar | Infiltração na Coluna | Fisioterapia Ortopédica em Perdizes

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