epicondilite medial cotovelo do golfista tratamento Perdizes São Paulo

Dor na Parte Interna do Cotovelo: Causas e Tratamento em SP

Roberto trabalha há doze anos como operador de máquinas numa indústria em Santo André. Toda manhã, durante oito horas, ele aperta, gira, puxa e carrega peças com as mãos. Quando a dor no lado interno do cotovelo esquerdo apareceu, ele achou que era coisa passageira. Tomou um anti-inflamatório, passou uma semana, voltou ao trabalho. A dor voltou mais forte. Depois de três meses tentando ignorar, ficou sem conseguir apertar a mão de ninguém sem sentir uma fisgada do cotovelo até o antebraço. Foi então que um colega sugeriu: "Isso parece epicondilite. Você precisa de ortopedista."

A história de Roberto é a de muitos pacientes com epicondilite medial do cotovelo, popularmente chamada de cotovelo do golfista. O nome engana: menos de 10% dos pacientes com esse diagnóstico praticam golfe. A grande maioria são trabalhadores manuais, digitadores, carpinteiros, encanadores e pessoas que realizam movimentos repetitivos de flexão do punho e rotação do antebraço com carga ao longo de anos.

Estudo de referência publicado no American Journal of Epidemiology (Shiri et al., 2006), com 4.783 adultos entre 30 e 64 anos na Finlândia, encontrou prevalência de 0,4% para epicondilite medial na população geral. Em ambientes ocupacionais com trabalho manual intenso, essa taxa pode chegar a 3,8% a 5,2% segundo dados de Descatha et al. (2003), publicados no Occupational Medicine. No Brasil, a condição está reconhecida no Anexo II do Decreto 3.048/99 da Previdência Social como doença do trabalho, listada entre as LER/DORT.

A boa notícia é que mais de 90% dos casos se resolvem sem cirurgia. Mas isso exige diagnóstico correto e tratamento adequado, não apenas repouso e anti-inflamatório. Neste artigo, o Dr. Sérgio Rovinski, ortopedista da SUORT Clínica Integrada em Perdizes, explica o que acontece no cotovelo, como confirmar o diagnóstico e quais recursos terapêuticos realmente funcionam.

POR QUE O LADO DE DENTRO DO COTOVELO DÓI?

O epicôndilo medial é a saliência óssea que você sente na parte interna do cotovelo quando dobra o braço. É o ponto de origem de um grupo de tendões responsáveis pela flexão do punho, pelos dedos e pela pronação do antebraço, o movimento de girar a palma da mão para baixo.

Quando esses tendões são submetidos a cargas repetitivas além do que conseguem absorver e regenerar, as fibras de colágeno que os compõem começam a sofrer micro lesões. Com o tempo, essas micro lesões se acumulam sem cicatrizar adequadamente, e o tendão entra em um estado de degeneração que a medicina chama de tendinose angiofibroblástica. O nome longo diz algo simples: o tecido tendinoso sadio é gradualmente substituído por um tecido desorganizado, com vasos sanguíneos anômalos e sem a resistência mecânica original.

Esse processo explica por que o termo "epicondilite" tecnicamente não é o mais preciso: o sufixo "-ite" indica inflamação, mas o que predomina nos casos crônicos é degeneração, não inflamação ativa. Na prática clínica, o nome epicondilite continua sendo usado porque é o que os pacientes reconhecem. O que importa para o tratamento é entender que anti-inflamatórios funcionam melhor na fase inicial aguda, enquanto o protocolo de reabilitação com exercícios excêntricos é o recurso mais eficaz para reverter a degeneração nos casos crônicos.

A epicondilite medial é 7 a 10 vezes menos frequente que a lateral (cotovelo do tenista), segundo a revisão de Cohen e Motta Filho publicada na Revista Brasileira de Ortopedia (2012). Isso não significa que seja menos incapacitante. Em trabalhadores manuais com esforço de carga, como Roberto, o impacto sobre a capacidade de trabalho pode ser severo e progressivo.

QUEM COSTUMA TER ESSA DOR E POR QUÊ

Dados de Descatha et al. (2003) com 1.757 trabalhadores industriais identificaram que carregar cargas acima de 20 kg com frequência eleva em quase o dobro o risco de desenvolver epicondilite medial (OR = 1,95). Tempo de serviço acima de 10 anos na mesma função eleva esse risco em 2,47 vezes. Também são fatores independentes o tabagismo (OR = 1,82), a obesidade e a baixa satisfação no trabalho.

Do ponto de vista demográfico, a epicondilite medial afeta predominantemente adultos entre 45 e 64 anos, com leve predominância masculina na população geral (StatPearls/NCBI, 2023). O membro dominante é afetado em 75% dos casos, e em 84% dos trabalhadores com o diagnóstico existe pelo menos mais um distúrbio musculoesquelético concomitante, como síndrome do túnel do carpo ou tendinite do ombro. Isso significa que a epicondilite medial raramente é um problema isolado em quem trabalha com as mãos.

Entre os atletas, o diagnóstico aparece principalmente em golfistas (na fase de golpe), arremessadores no basebol, arqueiros e praticantes de levantamento de peso. Em todos esses grupos, o mecanismo é o mesmo: esforço repetitivo de flexão do punho e pronação do antebraço com carga, sobrecarregando os tendões da face interna do cotovelo além da capacidade de regeneração do tecido.

Mas há um perfil que frequentemente surpreende pacientes: o do digitador. Pessoas que passam muitas horas ao computador com os cotovelos fletidos e o antebraço apoiado em superfícies duras, digitando com os pulsos em extensão, podem desenvolver epicondilite medial sem nunca ter levantado um peso na vida. O posicionamento inadequado da estação de trabalho é um dos fatores identificados em estudos ocupacionais europeus.

Consultório do Dr. Sérgio Rovinski na SUORT Clínica Integrada em Perdizes São Paulo

A DOR É NO LADO DE DENTRO OU NO DE FORA? ISSO MUDA O DIAGNÓSTICO

Os pacientes muitas vezes chegam à consulta já com o rótulo de "epicondilite" sem saber exatamente de qual tipo. A localização da dor é o primeiro dado diferenciador: na epicondilite medial, a dor está na face interna do cotovelo, o lado que fica voltado para o corpo quando os braços estão ao longo do tronco. Na epicondilite lateral, a dor está na face externa.

A distinção importa porque os tendões envolvidos são diferentes e os movimentos que provocam dor também. Na epicondilite medial, a dor piora com a flexão do punho contra resistência, com movimentos de pronação (girar a palma para baixo) e com a preensão forte. Na epicondilite lateral, piora com a extensão do punho contra resistência e com o movimento de "torcer" uma torneira ou abrir um pote.

Há uma complicação que ocorre mais frequentemente na epicondilite medial do que na lateral: o comprometimento do nervo ulnar. O nervo ulnar passa bem próximo ao epicôndilo medial e pode ser afetado por inflamação local, compressão ou instabilidade. Quando isso acontece, o paciente sente dormência ou formigamento no quarto e quinto dedos, fraqueza na pinça e, às vezes, dor que desce pelo antebraço e chega à mão. O ortopedista diferencia a epicondilite medial pura de uma neuropatia ulnar associada por exame físico dirigido e, quando necessário, eletroneuromiografia. Você pode saber mais sobre a neuropatia do nervo ulnar no nosso artigo sobre síndrome do túnel cubital em SP.

COMO O ORTOPEDISTA DESCOBRE O QUE ESTÁ CAUSANDO A DOR

O diagnóstico de epicondilite medial é essencialmente clínico. O ortopedista interroga o paciente sobre as atividades que provocam dor, o tempo de evolução, eventuais traumas anteriores no cotovelo e ocupação profissional. No exame físico, a manobra básica é a palpação direta sobre o epicôndilo medial com o cotovelo em ligeira flexão: a dor local confirma a suspeita. A reprodução da dor com a flexão do punho contra resistência e com a pronação resistida reforça o diagnóstico.

O ultrassom musculoesquelético é o exame de imagem de escolha. Permite visualizar o espessamento e a desorganização das fibras tendinosas, áreas de calcificação e, com o modo Doppler, a presença de neo-vascularização que indica atividade de reparação (e também de degeneração em curso). O ultrassom também é usado para guiar infiltrações com precisão milimétrica, o que aumenta significativamente a eficácia do procedimento.

"O que me interessa no ultrassom não é apenas ver o que está lesionado", explica o Dr. Sérgio Rovinski. "É entender o grau de comprometimento tendinoso, porque isso define se vamos tentar primeiro a fisioterapia isolada, se já indicamos a infiltração com PRP ou se precisamos pensar em cirurgia desde o início. Não é receita pronta. É raciocínio clínico caso a caso." O Dr. Sérgio é especialista em cirurgia de ombro e cotovelo formado pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP, membro da SBCOC e faculty do programa Shoulder Planet, que o levou a ensinar e operar em congressos na Índia e na Argentina.

A ressonância magnética é solicitada nos casos com suspeita de lesão estrutural mais complexa, comprometimento do nervo ulnar ou quando o ultrassom levanta dúvida diagnóstica. Para a grande maioria dos casos de epicondilite medial, o binômio exame clínico mais ultrassom já é suficiente para definir o tratamento.

O QUE RESOLVE ESSA DOR: FISIOTERAPIA, INFILTRAÇÃO OU CIRURGIA?

A fisioterapia é o pilar central do tratamento da epicondilite medial. Revisão sistemática brasileira de 26 estudos clínicos randomizados publicada na Fisioterapia e Movimento (Almeida et al., SciELO, 2013) concluiu que a combinação de modalidades terapêuticas é superior a qualquer recurso isolado. O protocolo de exercícios excêntricos, que submete o tendão a uma carga gradual e controlada, é o mais estudado e com melhores resultados a longo prazo. Estudo publicado no Shoulder and Elbow (Svernlov et al., 2012) mostrou que 12 semanas de exercícios excêntricos diários reduziram significativamente a dor e aumentaram a força de preensão em pacientes com epicondilite medial, com mínima supervisão clínica.

Na SUORT, a fisioterapia ortopédica em Perdizes para epicondilite medial inclui exercícios excêntricos progressivos, mobilização articular do cotovelo, eletroterapia e orientação de ergonomia ocupacional quando indicado. O fisioterapeuta e o ortopedista definem o protocolo juntos desde a primeira avaliação.

O agulhamento a seco (dry needling) é uma opção que tem mostrado resultados superiores a AINEs e órteses isolados nos casos com pontos-gatilho musculares associados, com melhora de dor e incapacidade, às vezes a partir de uma única sessão, segundo revisão publicada na Orthopedic Reviews (2023).

A infiltração com corticoide proporciona alívio rápido da dor, mas os estudos são claros sobre seu limite: o efeito não ultrapassa 8 semanas, e estudos de seguimento mostram que, no longo prazo, o corticoide pode ser pior do que nenhuma intervenção, por enfraquecer o tecido tendinoso e mascarar a degeneração em curso. A SUORT utiliza corticoide com critérios restritos, principalmente para controle de dor aguda intensa que impede a adesão ao protocolo de fisioterapia.

O PRP (plasma rico em plaquetas) guiado por ultrassom representa um avanço significativo no tratamento da epicondilite medial. O plasma é extraído do próprio sangue do paciente e concentrado em fatores de crescimento que estimulam a regeneração das fibras de colágeno degeneradas. Estudo comparativo com seguimento médio de 38 meses (PMC, 2023, n=55 pacientes) mostrou que nenhum paciente do grupo PRP necessitou de cirurgia, contra 20% do grupo de fisioterapia convencional (p=0,027). Aos 12 meses, os escores de dor e função eram significativamente melhores no grupo PRP. Entenda melhor essa e outras opções no artigo sobre infiltrações regenerativas como alternativa à cirurgia.

Sessão de fisioterapia ortopédica na SUORT Clínica Integrada em Perdizes São Paulo

QUANDO A CIRURGIA É A ÚNICA SAÍDA

Aproximadamente 12% dos pacientes com epicondilite medial não respondem ao tratamento conservador e chegam à cirurgia, segundo StatPearls/NCBI (2023). A indicação formal é a falha de 6 a 12 meses de tratamento adequado, que deve incluir fisioterapia estruturada e pelo menos uma infiltração com PRP.

O procedimento cirúrgico consiste no desbridamento do tecido tendinoso degenerado e no reparo das fibras sadias remanescentes. Os resultados são consistentemente bons. Coorte cirúrgica com seguimento médio de 66 meses, publicada nos Annals of the Royal College of Surgeons of England (2013, n=15 pacientes, 17 cotovelos), registrou 93% de resultado positivo. O escore de incapacidade DASH caiu de 42,6 no pré-operatório para 12,9 no pós-operatório, e a força de preensão aumentou 10 kg. 92% dos trabalhadores retornaram à mesma função em até 8 semanas após a cirurgia.

O Dr. Sérgio usa um conceito que ele chama de "indicação relativa" e "indicação absoluta" para guiar a decisão cirúrgica. "Quando o tendão está completamente degenerado e a estrutura biológica para cicatrização não existe mais, a cirurgia é a indicação absoluta. Mas a maioria dos casos de epicondilite está na zona cinzenta: dá para tentar o conservador com critério antes de ir à faca." Essa cautela tem base técnica: a janela terapêutica existe. Se o paciente espera demais sem tratamento adequado, o tendão piora ao ponto em que o conservador já não resolve. "Tratar no tempo certo evita a cirurgia. Mas não tratar também pode tornar a cirurgia inevitável."

Há situações em que o cirurgião de cotovelo também aborda a neuropatia ulnar associada durante o mesmo ato cirúrgico. O Dr. Sérgio chama esse recurso de "lei do já que": quando o profissional já está operando por uma indicação absoluta e existe uma condição relativa tratável no mesmo campo, ele cuida das duas para evitar uma segunda intervenção futura. O caso precisa ser analisado individualmente antes de qualquer decisão.

CUIDADO INTEGRADO NA SUORT EM PERDIZES

A SUORT Clínica Integrada fica na Rua Cayowaá, 2066, em Perdizes, zona oeste de São Paulo. Para pacientes de Higienópolis, Pompeia, Pacaembu, Sumaré, Santa Cecília, Vila Madalena, Pinheiros, Lapa e Barra Funda, a clínica é acessível de carro ou pelas estações de metrô Sumaré e Barra Funda, sem necessidade de deslocamento até o centro ou até regiões distantes da cidade.

O modelo de atendimento da SUORT é baseado no que o Dr. Sérgio chama de horizontalidade: o mesmo ortopedista que faz o diagnóstico acompanha o paciente durante todo o tratamento, seja conservador ou cirúrgico. Estudos europeus sobre desfecho em ortopedia mostram que a continuidade do cuidado com o mesmo médico melhora significativamente os resultados do tratamento. Na SUORT, o ortopedista e o fisioterapeuta trabalham no mesmo espaço e se comunicam diretamente sobre cada caso. O paciente não fica circulando entre profissionais que não se conhecem.

Para quem trabalha em ocupações com esforço manual e está sentindo dor na face interna do cotovelo há mais de 4 semanas, a avaliação precoce muda o prognóstico. "Com dor não há bom humor, e sem bom humor não há produtividade. Viver com dor não é normal", diz o Dr. Sérgio, frase que ele usa rotineiramente em consultório para ajudar os pacientes a entender que buscar tratamento não é fraqueza, é inteligência. A SUORT aceita mais de 50 convênios médicos, incluindo Bradesco Saúde, Notredame Intermédica, Cassi, Omint, Geap e Metrus. A recepção confirma cobertura pelo telefone (11) 3868-5566 antes do agendamento.

Saiba mais sobre outras condições do cotovelo tratadas na SUORT nos artigos sobre epicondilite lateral do cotovelo e lesão do bíceps distal.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE EPICONDILITE MEDIAL

O que é epicondilite medial do cotovelo?

A epicondilite medial é a degeneração dos tendões que se fixam no epicôndilo medial, a saliência óssea da face interna do cotovelo. Afeta principalmente os tendões do flexor radial do carpo e do pronador redondo, causando dor na face interna do cotovelo que pode irradiar para o antebraço. Apesar do nome popular "cotovelo do golfista", afeta muito mais trabalhadores manuais, digitadores e operadores de ferramentas do que praticantes de golfe.

Qual a diferença entre epicondilite medial e lateral?

A epicondilite lateral (cotovelo do tenista) afeta a face externa do cotovelo e é 7 a 10 vezes mais frequente. A epicondilite medial afeta a face interna e está mais associada a trabalho manual com carga e movimentos de arremesso. Ambas têm o mesmo mecanismo: degeneração tendinosa por sobrecarga repetitiva. A epicondilite medial tem risco maior de comprometimento do nervo ulnar, o que pode adicionar formigamento nos dedos ao quadro de dor.

A epicondilite medial tem cura sem cirurgia?

Sim. Mais de 90% dos casos respondem ao tratamento conservador com fisioterapia e exercícios excêntricos. Nos casos com degeneração tendinosa moderada a severa, a infiltração com PRP guiada por ultrassom aumenta significativamente as chances de resolução sem cirurgia. A cirurgia é reservada para os que não responderam a 6 a 12 meses de tratamento adequado, o que representa cerca de 10 a 12% dos pacientes.

Posso trabalhar com epicondilite medial?

Depende do tipo de trabalho e da gravidade da lesão. Atividades de escritório com adaptação ergonômica geralmente podem ser mantidas. Trabalho manual pesado com esforço repetitivo do cotovelo precisa ser avaliado individualmente. Em muitos casos, o afastamento temporário ou a restrição de carga específica é necessário para que o tratamento tenha eficácia. O ortopedista emite a orientação médica adequada para cada caso, inclusive para fins previdenciários quando necessário.

O PRP funciona para epicondilite medial?

Sim, com boas evidências clínicas. Estudo com seguimento de 38 meses (PMC, 2023) mostrou que nenhum paciente tratado com PRP precisou de cirurgia, contra 20% do grupo conservador. O PRP é extraído do próprio sangue do paciente e injetado no ponto exato de degeneração tendinosa com guia de ultrassom. A SUORT utiliza essa técnica como opção antes de considerar a cirurgia nos casos que não responderam à fisioterapia isolada.

A SUORT atende epicondilite medial com convênio em Perdizes?

Sim. A SUORT Clínica Integrada em Perdizes aceita mais de 50 convênios, incluindo Bradesco Saúde, Notredame Intermédica, Cassi, Omint, Geap e Metrus. Consulta ortopédica com o Dr. Sérgio Rovinski e sessões de fisioterapia podem ser cobertas pelo seu plano. Ligue para (11) 3868-5566 ou fale pelo WhatsApp para confirmar a cobertura antes de agendar.

Seja qual for a sua necessidade, na Suort você sempre será atendido de uma maneira profissional e humana, com toda a atenção que você merece.

Agende sua consulta