Cerca de 70% dos brasileiros terão pelo menos um episódio significativo de dor nas costas ao longo da vida. Na maioria dos casos, o quadro resolve em dias ou semanas com repouso relativo, anti-inflamatório e fisioterapia. Mas quando a dor não passa, o cenário muda. Quando a dor persiste por mais de 6 semanas apesar do tratamento correto, ou quando aparecem sinais como formigamento na perna, dormência no pé ou fraqueza ao caminhar, estamos diante de um quadro que exige avaliação especializada e muitas vezes, essa avaliação precisa ser do neurocirurgião.
A dor nas costas crônica que não responde ao tratamento conservador é uma das principais causas de afastamento do trabalho no Brasil, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Pacientes de Perdizes, Higienópolis, Pinheiros, Lapa e Vila Madalena que chegam à SUORT depois de meses tentando tratar a coluna sem resultado costumam ter em comum uma coisa: o tratamento foi iniciado sem diagnóstico preciso do que está comprimindo o nervo.
A boa notícia é que a medicina da coluna avançou enormemente. Cirurgias que antes exigiam grandes incisões e semanas de internação hoje são feitas por vias minimamente invasivas, com alta no mesmo dia em muitos casos. O passo mais importante é chegar ao profissional certo no momento certo.
Antes de falar sobre quando procurar um neurocirurgião, é fundamental entender a diferença entre os dois grandes grupos de dor nas costas, porque o tratamento de cada um é completamente diferente.
Dor muscular e mecânica é localizada, piora com movimento e melhora com repouso. Não irradia para as pernas ou braços. Responde bem a anti-inflamatório, fisioterapia e, nos casos mais rebeldes, infiltração. Representa a grande maioria das dores nas costas e não exige neurocirurgião.
Dor de origem nervosa tem um comportamento diferente: ela irradia. Desce pela perna seguindo o trajeto do nervo ciático, ou sobe pelo braço quando a compressão é cervical. Vem acompanhada de formigamento, queimação, sensação de choque elétrico ou dormência. Em casos mais avançados, produz fraqueza muscular o paciente nota dificuldade para subir escadas, segurar objetos ou caminhar por distâncias maiores. Esse padrão indica que um nervo está sendo comprimido, e o profissional habilitado para avaliar essa compressão é o neurocirurgião de coluna.
Na SUORT em Perdizes, essa avaliação é feita pelo Dr. Pedro Becker (CRM 150878), neurocirurgião integrante da equipe da clínica, em colaboração com a equipe ortopédica. Pacientes de Pompeia, Santa Cecília, Sumaré e Pacaembu que chegam com dor irradiada há meses costumam encontrar nessa primeira avaliação integrada a clareza diagnóstica que faltava.
Alguns sintomas indicam que a avaliação neurocirúrgica não deve ser adiada. Se você tem dor nas costas e apresenta qualquer um dos itens abaixo, procure atendimento especializado:
Ligue para a SUORT: (11) 3868-5566. Ou acesse o WhatsApp (11) 97157-4944.
Quando a dor nas costas não passa e a avaliação aponta para compressão nervosa, as causas mais frequentes são:
Hérnia de disco
O disco intervertebral funciona como um amortecedor entre as vértebras. Quando o núcleo do disco extravasa e comprime uma raiz nervosa, temos a hérnia. Na região lombar, provoca a ciática clássica: dor que desce pela nádega, coxa, panturrilha e pode chegar ao pé. Na região cervical, a dor irradia pelo braço. A cirurgia para hérnia de disco é indicada quando o tratamento conservador falha após 6 a 8 semanas ou quando há déficit neurológico progressivo. Leia mais em Hérnia de Disco.
Estenose do canal vertebral
Com o envelhecimento, as estruturas da coluna crescem para dentro do canal vertebral e comprimem os nervos. O sintoma característico é a claudicação neurogênica: dor nas pernas que aparece ao caminhar e melhora ao sentar ou se curvar para frente. Pacientes com mais de 60 anos de Perdizes e Higienópolis chegam à SUORT com essa queixa descrevendo que só conseguem caminhar poucos metros antes de precisar parar. Saiba mais em Estenose de Canal Lombar.
Espondilolistese
Deslizamento de uma vértebra sobre a adjacente, que pode comprimir raízes nervosas e gerar dor lombar com irradiação. Nos casos instáveis com déficit neurológico, a artrodese minimamente invasiva estabiliza a coluna e descomprime os nervos. Leia sobre essa condição em Espondilolistese.
Dor lombar crônica pós-conservador
Cerca de 10% dos pacientes com dor nas costas evoluem para cronicidade mesmo com tratamento correto. Nesses casos, procedimentos minimamente invasivos como bloqueios epidurais guiados, infiltrações facetárias e rizotomia por radiofrequência podem oferecer alívio sustentado sem necessidade de cirurgia aberta. Veja também Infiltração na Coluna.
Essa é uma das perguntas mais frequentes dos pacientes que chegam à SUORT. A resposta prática: depende do problema e do estágio.
O ortopedista de coluna e o neurocirurgião de coluna têm formações diferentes mas atuam em zona de sobreposição grande. O neurocirurgião tem formação específica em descompressão nervosa, que é a indicação mais comum de cirurgia de coluna. O ortopedista tende a ter maior familiaridade com deformidades como escoliose e com reconstruções com implantes.
Na SUORT, esse debate não existe na prática porque a equipe é integrada: o Dr. Pedro Becker (neurocirurgião) e os ortopedistas da clínica avaliam juntos os casos complexos e definem a conduta mais adequada. Esse modelo multidisciplinar é o padrão de excelência recomendado pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia para o tratamento de patologias da coluna vertebral.
Para o paciente, o que importa é chegar ao lugar certo. Na dúvida entre ortopedista e neurocirurgião, comece pela avaliação clínica o profissional certo para o seu caso será identificado no próprio atendimento. Agende pelo WhatsApp (11) 97157-4944.
O medo da cirurgia de coluna é compreensível e tem raízes históricas legítimas. Cirurgias abertas de décadas atrás exigiam grandes incisões, afastamento muscular extenso e semanas de internação. A recuperação era longa e dolorosa, e os resultados nem sempre compensavam o trauma cirúrgico.
A neurocirurgia de coluna de 2026 é outra medicina. As principais técnicas usadas atualmente incluem:
Esses avanços mudaram radicalmente a relação risco-benefício da intervenção cirúrgica. Em muitos casos, a cirurgia minimamente invasiva é menos agressiva do que meses de dor crônica e incapacidade funcional.
Mesmo quando a cirurgia é necessária, a fisioterapia pré e pós-operatória determina em grande parte o resultado final. Pacientes que chegam à cirurgia com musculatura fortalecida e boa consciência corporal se recuperam mais rápido. E depois da cirurgia, a reabilitação com o fisioterapeuta da SUORT é o que consolida o resultado cirúrgico e previne recidivas.
Nos casos em que a cirurgia não é indicada, a fisioterapia continua sendo o tratamento principal. O protocolo de reabilitação da coluna na SUORT inclui estabilização segmentar, fortalecimento do core, RPG para correção postural e acupuntura para controle da dor crônica. Leia mais em Fisioterapia Pós-Operatória de Coluna e RPG em Perdizes.
Pacientes de Barra Funda, Lapa e Sumaré que chegam à SUORT com dor lombar crônica muitas vezes descobrem que a combinação de infiltração guiada na coluna com fisioterapia intensiva resolve o quadro sem necessidade de cirurgia. Essa é sempre a primeira tentativa a cirurgia é o último recurso, não o primeiro.
A SUORT Clínica Integrada fica na Rua Cayowaá, 2066, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo. A clínica reúne ortopedistas, neurocirurgião, fisioterapeutas, especialista em fisioterapia pélvica e acupunturista sob o mesmo teto, com mais de 40 anos de história fundada pelo Dr. Alfredo Rovinski.
O Dr. Pedro Becker (CRM 150878) integra a equipe da SUORT como neurocirurgião, atendendo por convênio para avaliação de pacientes com dor nas costas crônica, compressão nervosa, hérnia de disco refratária ao tratamento conservador e indicações cirúrgicas de coluna. Pacientes de Perdizes, Pompeia, Higienópolis, Vila Madalena, Pinheiros, Pacaembu e Santa Cecília encontram na SUORT o diagnóstico preciso e a conduta integrada que a dor crônica exige.
A clínica aceita mais de 50 convênios: Allianz, Bradesco Saúde, Cabesp, Caixa Econômica Federal, Cassi, Fundação Cesp/Vivest, Geap, Mediservice, Metrus, Notredame, Omint, Unimed Seguros e muitos outros. Verifique seu plano em Convênios ou ligue para (11) 3868-5566.
Quando a dor nas costas precisa de neurocirurgião?
Quando vier acompanhada de formigamento ou dormência irradiados para membros, fraqueza progressiva, perda de controle de bexiga ou intestino, ou quando não ceder após 6 a 8 semanas de tratamento conservador adequado.
Neurocirurgião e ortopedista tratam o mesmo problema de coluna?
Em muitos casos, sim. Na SUORT, o Dr. Pedro Becker (neurocirurgião) e a equipe ortopédica avaliam os casos complexos juntos e definem a melhor conduta para cada paciente.
Dor ciática precisa de cirurgia?
Na maioria dos casos, não. Entre 80% e 90% dos pacientes com ciática por hérnia de disco respondem ao tratamento conservador. A cirurgia é indicada quando há déficit neurológico progressivo ou falha do tratamento após 6 a 8 semanas.
Quanto tempo dura a recuperação de uma cirurgia minimamente invasiva de coluna?
Microdiscectomia endoscópica: alta no mesmo dia ou após uma noite. Artrodese minimamente invasiva: alta em 1 a 2 dias, retorno progressivo em 4 a 6 semanas com fisioterapia.
Tem neurocirurgião com convênio em Perdizes?
Sim. Dr. Pedro Becker (CRM 150878) atende na SUORT, Rua Cayowaá, 2066, Perdizes. Mais de 50 convênios aceitos. Ligue: (11) 3868-5566.
Qual a diferença entre dor nas costas muscular e dor de nervo?
A dor muscular é localizada, melhora com repouso e não irradia. A dor nervosa irradia para membros, vem com formigamento ou queimação e indica compressão de raiz nervosa.