Artrose no quadril (coxartrose), dor na virilha ao caminhar, avaliação com ortopedista e fisioterapia na SUORT Clínica Integrada, Perdizes, São Paulo

Artrose no Quadril (Coxartrose): Dor na Virilha ao Caminhar

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Costuma começar de um jeito discreto, quase fácil de ignorar. Uma dor na virilha quando a pessoa desce do carro, um incômodo ao levantar do sofá, aquela pontada que aparece depois de uma caminhada mais longa e some com o descanso. Muita gente atribui ao cansaço ou à idade e segue tocando a vida. Meses depois, calçar a meia vira um exercício de contorção, cortar as unhas dos pés fica quase impossível e o trajeto até a padaria já não é o mesmo. Esse roteiro, repetido no consultório da SUORT Clínica Integrada, em Perdizes, zona oeste de São Paulo, tem quase sempre o mesmo nome por trás: artrose no quadril.

Conhecida na medicina como coxartrose, essa condição é o desgaste progressivo da cartilagem da articulação que une a bacia ao fêmur. Está entre as causas mais comuns de dor e limitação em adultos a partir da meia-idade, e o dado que assusta é o tamanho do problema no país. Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), a doença articular atinge cerca de 15 milhões de brasileiros, e a Sociedade Brasileira do Quadril estima que perto de 10 milhões de pessoas convivam com o desgaste especificamente nessa articulação. Não é caso raro, e a boa notícia é que quanto mais cedo o quadril é avaliado, mais caminhos existem para preservar sua função.

Dor na virilha ao caminhar ou dificuldade para calçar a meia?

Esses são sinais clássicos do desgaste do quadril. Uma avaliação precoce abre mais opções de tratamento. Em Perdizes, com mais de 50 convênios.

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O QUE É A ARTROSE NO QUADRIL

O quadril é uma articulação do tipo bola e soquete. A cabeça do fêmur, arredondada, encaixa numa cavidade da bacia chamada acetábulo, e as duas superfícies são revestidas por cartilagem, um tecido liso e resistente que permite o movimento sem atrito e distribui a carga do corpo a cada passo. Enquanto essa cartilagem está íntegra, a articulação desliza em silêncio e aguenta anos de caminhada, escada e agachamento sem reclamar.

Com o tempo, essa cartilagem vai perdendo espessura e qualidade. Onde havia uma superfície lisa surgem áreas gastas e irregulares. Quando o desgaste avança, o tecido chega a desaparecer em pontos da articulação, e os ossos passam a se tocar diretamente durante o movimento. É esse atrito osso contra osso que produz boa parte da dor e da rigidez. O organismo ainda tenta reagir formando esporões ósseos, os chamados osteófitos, que acabam limitando ainda mais a mobilidade.

Vale entender que a perda de cartilagem é, na prática, um caminho de sentido único. A cartilagem articular tem uma capacidade muito baixa de se regenerar sozinha, e por isso o tratamento fala em preservar o que ainda existe e controlar a dor, e não em fazer o tecido gasto voltar a crescer. Reconhecer isso cedo muda tudo, porque o quadril avaliado no início do desgaste tem muito mais estrada pela frente do que aquele que só é visto quando o osso já raspa no osso.

POR QUE O QUADRIL DESENVOLVE O DESGASTE?

Nem todo caso tem a mesma origem. A forma mais conhecida é a coxartrose primária, ligada principalmente à idade e ao desgaste natural acumulado ao longo da vida. Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que mais de 70% das pessoas acima de 60 anos já apresentam condição em alguma articulação, e o quadril é um dos alvos preferenciais desse processo. A prevalência cresce com a idade e é mais frequente em mulheres.

Existe também a forma secundária, quando um problema anterior prepara o terreno para o desgaste. Alterações na forma do quadril presentes desde jovem, como a displasia do desenvolvimento e o impacto femoroacetabular, fazem a articulação trabalhar de maneira desalinhada e consomem a cartilagem antes da hora. Fraturas antigas, sequelas de doenças da infância como a necrose da cabeça do fêmur e processos inflamatórios como a artrite reumatoide também levam ao quadro, muitas vezes em pessoas mais jovens do que se imagina.

Alguns fatores empurram o problema para a frente e valem atenção porque são modificáveis. O excesso de peso multiplica a carga que atravessa a articulação a cada passo e acelera o desgaste da cartilagem. O sedentarismo enfraquece a musculatura que protege o quadril, enquanto atividades de altíssimo impacto repetidas por anos também cobram seu preço. A herança familiar conta: quem tem pais ou irmãos com artrose no quadril tende a ter uma predisposição maior. Entender qual desses fatores pesa mais em cada paciente é parte do que o ortopedista avalia na primeira consulta.

Fisioterapeuta conduzindo reabilitação do quadril de paciente com coxartrose (coxartrose) na SUORT Clínica Integrada, Perdizes, São Paulo

SINTOMAS: COMO O PROBLEMA SE MANIFESTA

O sintoma que mais leva o paciente ao consultório é a dor na virilha. Diferente do que muitos esperam, o desgaste do quadril raramente dói nas costas ou na lateral externa da coxa no começo; a dor típica fica na frente, na região da virilha, e costuma se irradiar para a parte da frente da coxa. Um detalhe que confunde bastante é a dor que desce e se instala no joelho: não é raro o paciente chegar achando que o problema é no joelho, quando a origem está no quadril.

No início, essa dor tem um padrão mecânico bem característico. Ela aparece com o uso, ao caminhar, subir escadas, levantar de uma cadeira baixa ou sair do carro, e alivia com o repouso. Com o passar do tempo, a rigidez entra em cena, sobretudo pela manhã ou depois de ficar muito tempo parado, quando o quadril custa a desenferrujar nos primeiros passos. Um sinal precoce e muito revelador é a perda de rotação da articulação, que se traduz em dificuldade para calçar meias, cortar as unhas dos pés ou entrar e sair do carro.

Conforme o quadro avança, o cenário muda de tom. A dor deixa de ser só ao esforço e passa a incomodar em repouso e à noite, atrapalhando o sono. A pessoa começa a mancar para poupar o lado dolorido, a distância que consegue caminhar diminui e tarefas simples do dia a dia viram um problema. Nessa fase, é comum a musculatura da coxa e da nádega afinar do lado afetado, resultado de meses evitando usar aquela perna. Como lembra o Dr. Sérgio Rowinski, ortopedia é qualidade de vida, e viver com dor não é normal; quanto antes esse ciclo de dor e perda de função é interrompido, melhor o resultado.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO

O diagnóstico começa pela conversa e pelo exame físico, e boa parte da história já se resolve aí. O ortopedista pergunta sobre o padrão da dor, o que piora e o que alivia, e examina o quadril testando principalmente os movimentos de rotação, que são os primeiros a se perder. A limitação da rotação interna com dor na virilha é um achado clássico que aponta fortemente para o desgaste da articulação, muitas vezes antes mesmo de qualquer imagem.

A radiografia do quadril é o exame que confirma o diagnóstico na maioria dos casos, e é surpreendentemente informativa. Ela mostra a redução do espaço entre os ossos, sinal de que a cartilagem afinou, além dos osteófitos e de outras alterações típicas. É pela radiografia que o ortopedista classifica o grau do desgaste, informação que ajuda a orientar o tratamento. A ressonância magnética costuma ser reservada para situações específicas, como investigar causas em pacientes mais jovens ou avaliar a articulação em detalhe quando a radiografia não conta a história toda.

Um ponto que o Dr. Sérgio faz questão de reforçar é que o exame nunca decide sozinho. Existem radiografias com desgaste importante em pessoas com pouca dor, e o contrário também acontece. Por isso a leitura das imagens caminha sempre junto do quanto o problema está afetando a vida do paciente. Tratar radiografia, e não gente, é um erro que a equipe da SUORT evita a cada consulta, porque o que define a conduta é a combinação entre o que a imagem mostra e o que a dor está tirando do dia a dia.

Já fez uma radiografia que mostrou desgaste no quadril?

O laudo é só metade da história. Uma avaliação define o que fazer a partir do seu grau de dor e limitação, com ortopedia e fisioterapia no mesmo endereço, em Perdizes.

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TRATAMENTO CONSERVADOR: O PRIMEIRO CAMINHO SEMPRE

A regra de ouro no tratamento da artrose no quadril é começar pelo conservador. Na esmagadora maioria dos casos, mesmo em desgastes já visíveis na radiografia, existe muito a fazer sem operar, e é por aí que a conduta na SUORT sempre começa. A Diretriz Brasileira para o Tratamento Não Cirúrgico da Osteoartrite de Quadril, publicada pela Conitec em 2024, coloca a educação do paciente, o exercício e o controle de peso como pilares centrais dessa fase, e a prática do consultório confirma o quanto essa base funciona.

A fisioterapia é o coração do tratamento conservador, e é aqui que a estrutura integrada da SUORT ajuda o paciente de forma concreta. O programa fortalece a musculatura que envolve e protege o quadril, principalmente glúteos e coxa, recupera a amplitude de movimento perdida e corrige a mecânica da marcha, o jeito de pisar e caminhar. Uma articulação bem apoiada por músculos fortes recebe menos carga direta, o que reduz a dor e ajuda a retardar a progressão do desgaste. Não é exagero dizer que a musculatura funciona como uma segunda proteção para a cartilagem que restou.

O controle de peso caminha lado a lado com o exercício. Cada quilo a menos alivia várias vezes esse peso em força sobre o quadril durante a caminhada, o que se traduz em menos dor e menos desgaste ao longo do tempo. A medicação tem seu papel para controlar a dor e a inflamação nas fases mais agudas, sempre com prescrição e acompanhamento do ortopedista, nunca por conta própria. Em casos selecionados, a infiltração guiada pode ajudar a controlar a dor e ganhar tempo, dentro de um plano bem pensado. Vale reforçar uma frase que o Dr. Sérgio costuma repetir: o bom médico tenta tirar o paciente da faca em tudo que der, e no quadril isso significa investir a fundo no cuidado conservador antes de pensar em cirurgia.

QUANDO A PRÓTESE DE QUADRIL ENTRA EM CENA

Existe um momento em que o tratamento conservador, mesmo bem feito, deixa de dar conta. Quando o desgaste chega a um estágio avançado, com dor que persiste apesar da fisioterapia e da medicação, que atrapalha o sono e limita seriamente as tarefas do dia a dia, entra em discussão a artroplastia total do quadril, mais conhecida como prótese. É importante deixar claro que essa não é a primeira opção, e sim a etapa reservada para quem já esgotou os caminhos anteriores sem alívio suficiente.

A prótese substitui as superfícies desgastadas da articulação por componentes artificiais, devolvendo o deslizamento que a cartilagem perdida não faz mais. É uma das cirurgias ortopédicas com melhor índice de satisfação, justamente porque muda de forma marcante a vida de quem estava refém da dor. A artroplastia total de quadril é um procedimento consolidado e cada vez mais realizado no Brasil; estudos sobre a série histórica de 2012 a 2021 mostram um número crescente de cirurgias no país, acompanhando o envelhecimento da população e a maior expectativa de vida ativa.

A decisão de operar leva em conta o grau de desgaste visto nas imagens, mas o peso maior está na balança entre dor, limitação e qualidade de vida. O Dr. Sérgio trabalha com o conceito de janela de oportunidade, válido para o quadril como é para o ombro: adiar demais uma cirurgia bem indicada, deixando a musculatura atrofiar e a limitação se instalar, pode tornar a recuperação mais difícil do que se a decisão fosse tomada no momento certo. Não se trata de correr para a cirurgia, e sim de não perder o instante em que ela oferece o melhor resultado. Ortopedia é função, e a prótese, quando bem indicada, devolve exatamente isso: a capacidade de caminhar, trabalhar e viver sem que a dor comande a rotina.

O QUADRIL E O CORPO COMO UM TODO

Um ponto que a equipe da SUORT observa com frequência é como a coxartrose não fica confinada ao quadril. Quando a pessoa passa a mancar e a poupar o lado dolorido, a coluna lombar, o joelho do mesmo lado e o quadril oposto recebem uma sobrecarga que não é para eles. Não é incomum o paciente desenvolver também dor lombar e queixas no joelho, fruto dessa cadeia de compensações que o corpo cria para desviar da dor.

Por isso, olhar apenas para a radiografia, sem enxergar a pessoa que caminha diferente por causa da dor, deixa de fora metade do problema. O tratamento bem conduzido, seja conservador ou cirúrgico, tende a aliviar também essas dores secundárias, porque devolve um padrão de marcha mais equilibrado. Essa visão de conjunto, do quadril à maneira de caminhar, é parte do que orienta a conduta na clínica e ajuda a explicar por que tratar cedo protege outras articulações a longo prazo.

QUEM CONDUZ O PADRÃO DE ATENDIMENTO DA SUORT

A SUORT é conduzida pelo Dr. Sérgio Rowinski (RQE 141144), ortopedista formado pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP, com especialização em Cirurgia de Ombro e Cotovelo concluída em 2005 na mesma instituição e membro da SBCOC, a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo. São mais de 20 anos de ortopedia e cerca de 2.000 cirurgias realizadas. O quadril tem seu próprio especialista dentro da equipe, mas a régua de conduta que vale para o ombro é a mesma que vale para o quadril: investigar antes de indicar, e reservar a cirurgia para quem de fato precisa dela.

Consultório do Dr. Sérgio Rowinski na SUORT Clínica Integrada, onde são avaliados os casos de artrose no quadril, em Perdizes, São Paulo

Essa régua tem nome. O Dr. Sérgio Rowinski é faculty internacional do programa Shoulder Planet, com sete viagens à Índia e treinamentos práticos na Argentina, e atua como preceptor de residentes em São Paulo. Quem ensina precisa justificar cada conduta, e é esse hábito que sustenta a filosofia Slow Medicine adotada na clínica: ouvir o paciente, investigar o histórico e só então pedir exame ou indicar tratamento. Para quem chega com dor no quadril e convênio em mãos, isso significa sair da consulta com um plano, não com uma lista de exames avulsos.

TRATAMENTO COM CONVÊNIO EM PERDIZES

A SUORT Clínica Integrada, na Rua Cayowaá, 2066, em Perdizes, reúne ortopedia e fisioterapia no mesmo endereço, com mais de 50 convênios aceitos. Essa integração faz diferença real no acompanhamento da doença, porque o mesmo paciente pode ser avaliado pelo ortopedista, ter a radiografia interpretada e começar a fisioterapia para fortalecer a articulação sem precisar circular por endereços diferentes. Para uma condição que exige seguimento ao longo do tempo, ter tudo perto e articulado economiza deslocamento e mantém o tratamento no eixo.

A localização em Perdizes coloca a clínica ao alcance de quem mora na região central e na zona oeste de São Paulo. Quem vem de Higienópolis ou de Santa Cecília chega em poucos minutos; de Pompeia, com a referência do SESC Pompeia e do Allianz Parque por perto, o trajeto até Perdizes é curto. Pacientes de Sumaré, Barra Funda e Lapa contam com o metrô e as principais avenidas para uma chegada tranquila, e moradores da Vila Madalena e de Pinheiros encontram na SUORT uma referência próxima para cuidar do quadril sem grandes deslocamentos.

Os convênios aceitos incluem Bradesco Saúde, Unimed Seguros, Cassi, Omint, Notredame, Mediservice, Cabesp, Geap, Allianz Saúde e mais de 40 outros planos. Confira a lista completa em suort.com.br/convenios.php ou fale pelo WhatsApp (11) 97157-4944. A clínica funciona de segunda a quinta das 7h30 às 18h e sexta das 7h30 às 17h30, e o agendamento pode ser feito pelo telefone (11) 3868-5566, pelo WhatsApp ou em suort.com.br/fale-conosco.php.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ARTROSE NO QUADRIL

Artrose no quadril tem cura? Não existe cura no sentido de regenerar a cartilagem já desgastada, porque esse tecido tem baixíssima capacidade de se refazer sozinho. O que existe é tratamento eficaz e capaz de controlar a dor por muitos anos. A fisioterapia, os exercícios, o controle de peso e a medicação preservam a função da articulação, e quando o desgaste chega ao estágio avançado a prótese devolve a mobilidade com resultados muito bons. Conheça a fisioterapia ortopédica em Perdizes da SUORT.

Quais os sintomas da artrose no quadril? O sintoma mais típico é a dor na virilha, que costuma se irradiar para a frente da coxa e, muitas vezes, chega até o joelho. No início a dor aparece ao caminhar, subir escadas ou levantar de uma cadeira baixa e melhora com o repouso. Somam-se a rigidez matinal e a perda de rotação da articulação, que se traduz em dificuldade para calçar meias, cortar as unhas dos pés e entrar ou sair do carro. Veja também a dor no quadril ao sentar.

Artrose no quadril é grave? É uma condição crônica e progressiva, mas que na maioria dos casos é controlável e não coloca a vida em risco. A gravidade se mede pelo quanto a dor e a limitação afetam o dia a dia, não apenas pela imagem da radiografia. Quanto mais cedo a articulação é avaliada, mais opções existem para preservar a função e evitar que o quadro chegue à fase de dor em repouso e perda importante de mobilidade.

O que fazer para aliviar a dor do desgaste da articulação? O alívio duradouro vem de fortalecer a musculatura que protege a articulação, com fisioterapia orientada, associada ao controle de peso, que reduz a carga sobre o quadril a cada passo. Nas crises, o ortopedista pode prescrever medicação para dor e inflamação, e em casos selecionados a infiltração guiada ajuda a controlar os sintomas. Repouso relativo e evitar atividades de alto impacto completam o cuidado, sempre com acompanhamento profissional. Compare com a bursite trocantérica do quadril.

Artrose no quadril aposenta ou dá direito a benefício? Não é a doença em si que garante aposentadoria ou benefício, e sim o grau de incapacidade funcional que ela provoca, avaliado por perícia médica. Casos avançados, com dor intensa e limitação séria para caminhar e trabalhar, podem justificar afastamento ou benefício. O ortopedista documenta o quadro com exame clínico e imagens, mas a concessão depende da avaliação pericial de cada situação, não de um direito automático.

Qual o tratamento da artrose no quadril e quando precisa de prótese? O tratamento começa sempre pelo conservador: fisioterapia, exercício terapêutico, controle de peso e medicação nas fases agudas, caminho que resolve a grande maioria dos casos. A prótese de quadril entra em cena quando a dor não responde mais a esse tratamento bem conduzido e a limitação compromete o sono, o trabalho e a vida diária. A decisão pesa o grau de desgaste nas imagens, mas principalmente o impacto na qualidade de vida do paciente. Entenda também as fraturas e cirurgias ortopédicas.

Veja também: Dor no Quadril ao Sentar | Bursite Trocantérica do Quadril | Osteoporose | Artrose do Joelho | Fisioterapia Ortopédica em Perdizes | Fraturas

Seja qual for a sua necessidade, na Suort você sempre será atendido de uma maneira profissional e humana, com toda a atenção que você merece.

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