A dor no ombro que não passa tem um padrão que se repete no consultório: começa leve, some quando você descansa, volta quando você levanta o braço, e depois de algumas semanas você percebe que ela nunca foi embora de verdade. Só mudou de intensidade. Segundo o Dr. Sérgio Rowinski, especialista em ombro e cotovelo da Clínica Suort, em Perdizes, São Paulo, essa persistência não é falta de sorte nem "coisa da idade" para ignorar. É o corpo avisando que a causa da dor continua ali, sem tratamento, e que ela não vai resolver sozinha.
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Do ponto de vista clínico, uma dor no ombro que não passa por mais de seis semanas é considerada crônica. Mas esse número pode enganar, porque dá a impressão de que existe um prazo seguro para esperar. Não existe. Uma dor que não melhora após duas a três semanas de repouso já merece investigação, principalmente se vier com perda de força ou dificuldade para dormir sobre o lado.
A razão é simples: quanto mais tempo uma lesão fica sem tratamento, mais o ombro cria compensações. Outros músculos assumem o movimento, a postura muda para fugir da dor, e o que era um problema em um único tendão vira uma cadeia de disfunções bem mais difícil de desfazer. A dor no ombro que não passa raramente melhora com o tempo. Ela se acomoda, e é isso que a torna perigosa.
Não existe uma única causa. A dor no ombro que não passa pode vir de várias origens, e é por isso que o diagnóstico correto importa tanto. As mais frequentes são:
É a causa número um. O manguito rotador é o grupo de tendões que move e estabiliza o ombro. Quando inflama (tendinite) ou sofre um rasgo parcial, gera dor ao levantar o braço e à noite. As lesões do manguito são extremamente comuns: um estudo no Journal of Shoulder and Elbow Surgery com 411 pessoas sem sintomas encontrou lesão em 13% aos 50 anos, 20% aos 60, 31% aos 70 e mais de 50% acima dos 80. No Brasil, a Revista Brasileira de Ortopedia aponta prevalência entre 7% e 40% conforme a idade. Saiba mais sobre a lesão do manguito rotador.
Acontece quando os tendões do manguito ficam comprimidos entre os ossos a cada vez que você levanta o braço. O atrito repetido inflama e mantém a dor. Veja mais sobre a síndrome do impacto no ombro.
A bursa é uma bolsa que amortece o atrito dentro do ombro. Quando inflama, causa dor persistente, sobretudo em movimentos acima da cabeça. Costuma andar junto com a tendinite do manguito.
É uma das causas mais marcantes de dor no ombro que não passa, porque, além da dor, ela vai roubando o movimento aos poucos. A cápsula que envolve a articulação inflama e endurece. É mais comum entre 40 e 60 anos, atinge mais mulheres, e tem uma relação forte com o diabetes: estudos mostram que pessoas com diabetes têm risco várias vezes maior, chegando a mais de 20% dos pacientes com diabetes tipo 2. Sem tratamento, pode durar de um a três anos. Entenda a capsulite adesiva do ombro.
O desgaste da cartilagem que reveste a articulação gera dor e rigidez, geralmente a partir dos 60 anos, muitas vezes com aquela crepitação áspera ao mover o braço.
Nem toda dor no ombro que não passa vem de dentro da articulação. Os pontos-gatilho (os "nozinhos" na musculatura das costas e do ombro) causam dor que pode até irradiar para o pescoço e o braço, sendo uma das queixas mais comuns no consultório. Veja mais sobre a dor irradiada do ombro para o pescoço.
Não sabe qual dessas é a sua? O especialista identifica a causa exata. Agende aqui.
Muita gente convive meses com uma dor no ombro que não passa tomando anti-inflamatório por conta própria. O remédio alivia por um tempo e, quando o efeito acaba, a dor volta igual. O motivo é lógico: o anti-inflamatório trata o sintoma, não a causa. Se existe uma lesão estrutural, um tendão comprimido ou um ponto-gatilho gerando a dor, essa origem continua ali, intocada. É como desligar o alarme sem apagar o incêndio.
"O paciente chega dizendo que já tomou de tudo e a dor não passa. Claro que não passa: ninguém tratou o que causa a dor. Ortopedia é função, é qualidade de vida. Com dor não há bom humor, e ninguém precisa se acostumar a viver assim. O caminho é achar a causa, não silenciar o sintoma."
Descobrir por que a dor no ombro que não passa exige mais do que um exame de imagem solto. Na Clínica Suort, o Dr. Sérgio Rowinski segue três etapas: primeiro ouve a história completa (quando começou, o que piora, como afeta o sono e o trabalho), depois examina o ombro em movimento, testando força e amplitude, e só então, se houver indício de lesão, pede os exames certos.
O diferencial está em correlacionar o que a imagem mostra com o que o corpo do paciente sente. Um laudo com "lesão" não significa que aquela lesão é a causa da dor, e tratar o exame isolado é o erro que mais leva a cirurgia desnecessária. Por isso a avaliação com um especialista em ombro faz diferença real numa dor que já se arrasta.
A boa notícia para quem tem uma dor no ombro que não passa é que a grande maioria dos casos se resolve sem cirurgia. O tratamento conservador vem primeiro:
A Clínica Suort fica em Perdizes, São Paulo, atendendo pacientes de toda a região central e oeste da capital: Pompeia, Higienópolis, Sumaré, Barra Funda, Pinheiros, Vila Madalena, Lapa e Santa Cecília. É uma clínica integrada, com ortopedia, fisioterapia, acupuntura e RPG no mesmo endereço, o que encurta o caminho entre o diagnóstico e o início do tratamento.
O atendimento é por convênio ou particular, com mais de 50 convênios aceitos, entre eles Bradesco Saúde, SulAmérica, Notredame Intermédica, Amil e Porto Seguro. Essa cobertura ampla de convênios permite que a investigação de uma dor no ombro que não passa (consulta, ultrassom e fisioterapia) aconteça de forma integrada, sem correr atrás de vários lugares diferentes.
À frente do serviço de ombro está o Dr. Sérgio Rowinski, formado pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo (SBCOC) e faculty internacional do programa Shoulder Planet, com atuação na Índia e na Argentina. São mais de 20 anos dedicados exclusivamente ao ombro e ao cotovelo.
Dor no ombro que não passa costuma vir de tendinite ou lesão do manguito rotador, síndrome do impacto, bursite, capsulite adesiva (ombro congelado), artrose ou dor miofascial. Só o exame físico correlacionado a ultrassom ou ressonância define a causa exata.
Uma dor no ombro que persiste por mais de seis semanas é considerada crônica. Mas não é preciso esperar tanto: dor que não melhora após duas a três semanas de repouso já é motivo para procurar um ortopedista de ombro.
Pode. A capsulite adesiva, ou ombro congelado, causa dor persistente e perda progressiva de movimento. É mais comum entre 40 e 60 anos e em pessoas com diabetes, que têm risco várias vezes maior. Costuma durar de um a três anos se não for tratada.
Porque o anti-inflamatório trata o sintoma, não a causa. Se há uma lesão estrutural, um desequilíbrio muscular ou um ponto-gatilho gerando a dor, ela volta assim que o efeito passa. O tratamento eficaz exige identificar e tratar a origem, não só a inflamação.
Não. A grande maioria das dores crônicas de ombro é resolvida sem cirurgia, com fisioterapia, ajuste de atividades e, quando indicado, infiltração. A cirurgia fica reservada às lesões que não respondem ao tratamento conservador ou a rupturas completas de tendão.
Uma dor no ombro que não passa há semanas não é para conviver, é para investigar. O Dr. Sérgio Rowinski atende na Clínica Suort, em Perdizes, São Paulo, com mais de 50 convênios aceitos.