Artrose no ombro, desgaste da articulação glenoumeral, avaliada por ortopedista de ombro na SUORT Clínica Integrada em Perdizes, São Paulo

Artrose no Ombro (Glenoumeral): Sintomas e Tratamento

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"Meu ombro range, travou e não gira mais para fora." É assim que a artrose no ombro costuma chegar ao consultório da SUORT Clínica Integrada, em Perdizes. Quase nunca como uma dor súbita, quase sempre como uma rigidez que foi ganhando terreno ao longo de meses ou anos, até o dia em que pentear o cabelo, alcançar o banco de trás do carro ou dormir de lado virou tarefa. O nome técnico do problema é artrose glenoumeral, ou osteoartrose do ombro: o desgaste da cartilagem que reveste a cabeça do úmero e a cavidade da escápula, chamada glenoide.

Este artigo explica o que acontece dentro da articulação, por que a artrose no ombro é menos comum que a do joelho e do quadril e, por isso mesmo, costuma ser reconhecida tarde, quais sintomas a diferenciam de bursite e tendinite, como o diagnóstico é confirmado e quais são as opções reais de tratamento, do exercício à prótese. O texto foi revisado pelo Dr. Sérgio Rowinski (RQE 141144), ortopedista especialista em ombro e cotovelo, que atende em Perdizes pacientes de Pompeia, Higienópolis, Sumaré, Pacaembu, Santa Cecília, Vila Madalena, Pinheiros, Lapa e Barra Funda.

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O QUE É A ARTROSE NO OMBRO (ARTROSE GLENOUMERAL)

O ombro é formado por mais de uma articulação, e a principal delas, a glenoumeral, é uma bola encaixada em uma cavidade rasa. A bola é a cabeça do úmero; a cavidade é a glenoide. As duas superfícies são revestidas por cartilagem hialina, um tecido liso e elástico que permite o deslizamento com atrito quase zero e distribui a carga. Na artrose no ombro, essa cartilagem afina, racha e, nos estágios avançados, desaparece em áreas inteiras, deixando osso em contato direto com osso.

O organismo reage a esse contato de forma previsível: o osso sob a cartilagem endurece, formam-se osteófitos (os "bicos" que aparecem na radiografia, principalmente na borda inferior da cabeça do úmero), a cápsula articular engrossa e encurta, e a glenoide pode se desgastar de forma assimétrica, com a cabeça do úmero migrando para trás. Esse último detalhe, chamado de desgaste posterior da glenoide, é o que mais influencia as decisões de tratamento nos casos avançados.

A artrose no ombro é menos frequente que a do joelho e a do quadril porque a glenoumeral não sustenta o peso do corpo. Ainda assim, dados populacionais reunidos pela Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos (AAOS) indicam que sinais radiográficos de artrose glenoumeral aparecem em cerca de 17% dos adultos acima de 65 anos, e a doença é a terceira causa de artroplastia entre as grandes articulações. No Brasil, o envelhecimento acelerado da população torna o quadro cada dia mais presente no consultório do ortopedista de ombro, e a região de Perdizes, com uma das maiores proporções de moradores acima de 60 anos da cidade, segundo o Censo 2022 do IBGE, concentra boa parte dessa demanda.

POR QUE A ARTROSE NO OMBRO ACONTECE

A artrose primária, sem causa identificável, é a forma mais comum a partir dos 60 anos e tem componente genético e degenerativo. Mas no ombro uma parcela grande dos casos é secundária, ou seja, tem uma causa anterior que acelerou o desgaste. Conhecer essa causa importa porque ela muda o prognóstico e, às vezes, a técnica cirúrgica.

A primeira causa secundária é a instabilidade. Quem teve luxações de repetição do ombro na juventude tem risco bem maior de desenvolver artrose décadas depois, um quadro conhecido como artropatia da instabilidade. Cada episódio de luxação lesa a cartilagem e a borda da glenoide, e a soma dessas lesões cobra o preço na meia-idade. A segunda é a lesão maciça e crônica do manguito rotador: sem os tendões que centralizam a cabeça do úmero, ela sobe, encosta no acrômio e desgasta a articulação de forma característica, a chamada artropatia do manguito.

As outras causas incluem fraturas antigas da cabeça do úmero ou da glenoide que consolidaram com degrau na superfície articular, necrose avascular da cabeça do úmero (por uso prolongado de corticoide, alcoolismo, anemia falciforme ou sem causa definida), artrite reumatoide e outras doenças inflamatórias, infecção articular prévia e sobrecarga ocupacional ou esportiva de décadas, como em levantadores de peso e trabalhadores braçais. Cirurgias antigas de instabilidade que "apertaram demais" a cápsula anterior também podem levar a artrose por excesso de pressão posterior, um fenômeno bem descrito na literatura da SBCOC.

Recepção da SUORT Clínica Integrada, onde pacientes com artrose no ombro são recebidos para avaliação ortopédica em Perdizes, São Paulo

SINTOMAS: COMO A ARTROSE NO OMBRO SE DIFERENCIA DE BURSITE E TENDINITE

Os sintomas da artrose no ombro têm uma assinatura própria, e reconhecê-la evita meses de tratamento para o problema errado. O primeiro sinal é a perda de rotação externa: a pessoa não consegue mais girar o braço para fora com o cotovelo colado ao corpo, e nota isso ao abrir uma porta pesada, ao lavar as costas ou ao dormir com a mão atrás da cabeça. Nas tendinites e na bursite, a rotação externa costuma estar preservada no início; na artrose, ela é uma das primeiras a ir embora.

O segundo sinal é a crepitação grossa. Não é o estalo seco e isolado que muita gente sente ao girar o ombro, e sim um ranger contínuo, às vezes audível, que acompanha o movimento e vem de osso raspando em osso. Quem quer entender a diferença entre um estalo benigno e um sinal de alerta encontra a explicação em estalo no ombro: quando é normal e quando preocupar.

O terceiro é a dor de padrão mecânico e profundo, sentida na frente e no fundo do ombro, pior ao final do dia e após uso, com rigidez matinal que melhora em alguns minutos. Nas fases avançadas aparece a dor noturna, que impede deitar sobre o lado afetado, um sintoma que se confunde com o de outras causas de dor no ombro ao dormir. A tabela abaixo organiza as diferenças que o ortopedista de ombro procura na consulta.

Característica Artrose no ombro Bursite / tendinite do manguito
InícioLento, ao longo de meses ou anosGeralmente mais rápido, após esforço ou sobrecarga
Rotação externaPerdida cedo, com bloqueio duroPreservada, dolorosa no extremo
CrepitaçãoGrossa, contínua, às vezes audívelAusente ou estalo fino
Dor ao elevar o braçoEm toda a amplitude, pior no finalArco doloroso entre 60 e 120 graus
RadiografiaEspaço articular estreito, osteófitosNormal ou com calcificação
ForçaMantida até fases avançadasReduzida por dor ou por rotura

COMO O DIAGNÓSTICO É FEITO

Na SUORT, a consulta do Dr. Sérgio Rowinski começa pela conversa e pelo exame físico, não pelo pedido de exame. O relato de como a rigidez começou, se houve luxação ou fratura no passado, se existe uso prolongado de corticoide, qual é o trabalho e o esporte da pessoa, tudo isso orienta o raciocínio antes de qualquer imagem. No exame, o ortopedista mede a amplitude ativa e passiva de cada movimento, compara com o lado oposto, sente a crepitação com a mão sobre o ombro e testa a força do manguito rotador, porque a integridade desses tendões define o caminho do tratamento.

O exame de imagem inicial da artrose no ombro é a radiografia simples, em pelo menos duas incidências. Ela mostra o estreitamento do espaço entre úmero e glenoide, os osteófitos inferiores, os cistos subcondrais e a esclerose do osso, e permite classificar a gravidade. Na SUORT, a radiografia é interpretada em conjunto com o exame físico, nunca isoladamente, porque um laudo de artrose avançada em um ombro que funciona bem não é indicação de nada.

A ressonância magnética não é necessária para diagnosticar artrose, mas é pedida quando existe dúvida sobre o estado do manguito rotador ou suspeita de necrose avascular. A tomografia computadorizada com reconstrução tridimensional entra no planejamento cirúrgico, porque mede com precisão a versão e o desgaste da glenoide, dado decisivo para escolher entre prótese anatômica e prótese reversa. O ultrassom do ombro, realizado no próprio consultório, avalia os tendões e serve para guiar infiltrações com segurança.

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TRATAMENTO SEM CIRURGIA: O QUE FUNCIONA NA ARTROSE NO OMBRO

A regra da SUORT é a mesma para toda articulação: cirurgia é o último recurso, e o tratamento conservador precisa ser feito de verdade antes de qualquer decisão. Na artrose no ombro, esse tratamento tem quatro frentes, e a ordem importa.

A primeira é a educação e o ajuste de atividades. Entender que a cartilagem não regenera, mas que a dor e a função respondem ao manejo, muda a relação do paciente com o ombro. Movimentos repetidos acima da cabeça com carga, exercícios de academia em amplitude extrema e esportes de arremesso são reorganizados, não proibidos. A diretriz de 2020 da AAOS para artrose glenoumeral coloca a modificação de atividades e o exercício supervisionado como primeira linha, com grau de recomendação forte.

A segunda é a fisioterapia. O objetivo não é "ganhar amplitude a qualquer custo", porque forçar um ombro artrósico contra o bloqueio ósseo piora a dor. O trabalho se concentra em preservar a amplitude existente, fortalecer o manguito rotador e os estabilizadores da escápula, melhorar a mecânica escapular para compensar parte da rigidez glenoumeral e controlar a dor com recursos físicos. Programas de oito a doze semanas, com duas sessões semanais e exercícios domiciliares, são o padrão. Na SUORT a fisioterapia ortopédica acontece no mesmo endereço da consulta, em Perdizes, e o fisioterapeuta trabalha com o diagnóstico e as restrições definidas pelo ortopedista.

A terceira frente é a medicação nas fases de crise. Analgésicos simples e anti-inflamatórios por períodos curtos controlam as agudizações; o uso contínuo de anti-inflamatório não é recomendado pelo risco gástrico, renal e cardiovascular, sobretudo em pacientes acima de 60 anos. A quarta é a infiltração. A infiltração no ombro com corticoide, guiada por ultrassom, alivia a dor por semanas a meses e abre uma janela para a fisioterapia avançar. O Dr. Sérgio Rowinski limita a frequência dessas aplicações, porque corticoide intra-articular repetido acelera a perda de cartilagem. A viscossuplementação com ácido hialurônico tem evidência mais fraca no ombro do que no joelho e é discutida individualmente. A acupuntura entra como recurso complementar de controle da dor em alguns pacientes.

Sala de fisioterapia da SUORT Clínica Integrada, onde pacientes com artrose no ombro fazem fortalecimento do manguito rotador em Perdizes, São Paulo

QUANDO A PRÓTESE DE OMBRO ENTRA EM CENA

A prótese de ombro, ou artroplastia glenoumeral, é indicada quando três condições se somam: artrose avançada na imagem, dor e limitação que comprometem o sono e as atividades básicas, e falha de um tratamento conservador bem conduzido por meses. Nenhuma das três sozinha basta. Um exame feio em um ombro que funciona não opera; um ombro muito doloroso que nunca fez fisioterapia direito também não, porque ainda não esgotou as alternativas.

Existem dois tipos principais de prótese. A prótese anatômica substitui a cabeça do úmero e a superfície da glenoide reproduzindo a anatomia original, e depende de um manguito rotador íntegro para funcionar. A prótese reversa inverte a geometria (a bola fica na escápula e a cavidade no úmero) e permite que o músculo deltoide eleve o braço mesmo sem o manguito; é a escolha na artropatia do manguito, em glenoides muito desgastadas e em pacientes mais idosos. Registros internacionais de artroplastia, como o australiano e o britânico, mostram sobrevida do implante acima de 90% em dez anos para ambas as técnicas quando bem indicadas.

A recuperação envolve tipoia por algumas semanas, fisioterapia progressiva por três a quatro meses e retorno gradual às atividades. A expectativa realista é de alívio importante da dor e recuperação de boa parte da função, com limites que variam conforme o estado prévio dos tendões e da musculatura. O Dr. Sérgio Rowinski realizou estágio em prótese de ombro em Estocolmo, na Suécia, e discute com cada paciente qual técnica faz sentido para o seu caso, sem pressa e sem prometer o que a cirurgia não entrega.

A EXPERIÊNCIA DO DR. SÉRGIO ROWINSKI COM A ARTICULAÇÃO DO OMBRO

O Dr. Sérgio Rowinski (RQE 141144) é formado pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP, onde concluiu a especialização em Cirurgia de Ombro e Cotovelo em 2005. É membro da SBCOC, a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo, soma mais de 20 anos de ortopedia e cerca de 2.000 cirurgias realizadas. Como faculty internacional do programa Shoulder Planet, viajou à Índia e à Argentina para ministrar aulas e operar casos complexos de ombro ao lado de cirurgiões locais, e em São Paulo atua como preceptor de residentes e estudantes do quinto ano de medicina.

A artrose no ombro é um dos temas em que a filosofia Slow Medicine do Dr. Sérgio Rowinski faz mais diferença. É uma doença crônica, de progressão lenta, em que a pressa costuma produzir dois erros opostos: infiltrar e operar cedo demais, ou tratar por anos como "tendinite" sem nunca olhar a radiografia. Os três pilares da consulta, ouvir o paciente, investigar o histórico e só então indicar exame ou tratamento, existem para evitar os dois. Como ele costuma dizer, o bom médico tenta tirar o paciente da faca tudo que der; e quando a cirurgia é mesmo o caminho, ela é feita com planejamento por tomografia e técnica escolhida para aquela glenoide, não a mesma para todos.

Quem ainda tem dúvida se o seu caso é de especialista encontra os critérios em quando procurar um ortopedista de ombro. A rigidez progressiva com perda de rotação externa é um deles.

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ARTROSE NO OMBRO COM CONVÊNIO EM PERDIZES

A SUORT Clínica Integrada fica na Rua Cayowaá, 2066, em Perdizes, e reúne no mesmo endereço a consulta com o ortopedista de ombro, o ultrassom de consultório, a infiltração guiada e a fisioterapia. Para uma doença crônica como a artrose no ombro, essa integração encurta o caminho entre o diagnóstico e o início do tratamento e evita que o paciente circule por três lugares diferentes para fazer o que poderia ser feito em um.

A clínica atende mais de 50 convênios, entre eles Bradesco Saúde, Unimed Seguros, Omint, Cassi, Mediservice, Notredame, Cabesp, Geap, Allianz Saúde e Fundação Cesp/Vivest. Consulta, exames de imagem, fisioterapia e, quando indicada, a cirurgia de prótese de ombro têm cobertura pelo convênio conforme o contrato e a indicação clínica. A lista completa está em suort.com.br/convenios.php, e a equipe confirma a elegibilidade pelo WhatsApp (11) 97157-4944 ou pelo telefone (11) 3868-5566 antes da primeira consulta.

De Higienópolis, Pacaembu e Santa Cecília o trajeto até Perdizes é curto. Quem vem de Pompeia tem o SESC Pompeia e o Allianz Parque como referência a poucos minutos da clínica. Moradores de Sumaré, Barra Funda e Lapa contam com o metrô e as avenidas principais, e quem mora na Vila Madalena ou em Pinheiros encontra em Perdizes uma alternativa próxima para acompanhar a artrose no ombro com o mesmo médico ao longo dos anos, o que faz diferença em uma doença de evolução lenta. O atendimento é de segunda a quinta das 7h às 19h e sexta das 7h às 18h, e o agendamento também pode ser feito em suort.com.br/fale-conosco.php.

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ARTROSE NO OMBRO

Artrose no ombro tem cura? A cartilagem que se desgastou não volta a crescer, então a artrose no ombro não tem cura no sentido de reverter o desgaste. O que existe, e funciona na maioria dos casos, é controle: reduzir a dor, preservar o movimento e manter a função por anos com fisioterapia, ajuste de atividades, medicação em fases de crise e, quando indicado, infiltração. A prótese de ombro é reservada aos casos avançados em que a dor e a limitação não respondem mais ao tratamento conservador bem feito.

Qual a diferença entre artrose no ombro e bursite ou tendinite? A artrose é um problema da articulação em si, da cartilagem e do osso, e costuma produzir rigidez progressiva, crepitação grossa e perda de rotação externa. Bursite e tendinite são problemas dos tecidos ao redor da articulação, com dor mais aguda, ligada ao movimento de elevar o braço, e sem perda estrutural de amplitude no início. A radiografia simples separa as duas situações na maioria das vezes. Veja também bursite no ombro: causas e tratamento.

Quem tem artrose no ombro pode fazer academia? Pode e, na maioria dos casos, deve, desde que o programa seja adaptado. O fortalecimento do manguito rotador e da musculatura periescapular reduz a carga sobre a articulação e melhora a dor. O que precisa mudar é o repertório: supino com barra em amplitude completa, desenvolvimento atrás da nuca e exercícios com o braço acima da cabeça em carga alta costumam agravar o quadro. Um fisioterapeuta ou ortopedista de ombro ajusta os exercícios para a fase da doença.

Quando a prótese de ombro é indicada na artrose? A prótese entra quando três condições se somam: artrose avançada confirmada na imagem, dor que limita o sono e as atividades básicas do dia e falha de um tratamento conservador bem conduzido por meses. Não é a idade nem o laudo do exame que indicam a cirurgia, e sim o impacto na vida da pessoa. O tipo de prótese, anatômica ou reversa, depende da condição do manguito rotador e da glenoide, avaliadas em tomografia.

Infiltração no ombro ajuda na artrose? A infiltração com corticoide guiada por ultrassom alivia a dor por semanas a alguns meses e é útil para atravessar uma crise ou permitir que a fisioterapia avance. Não regenera a cartilagem e não deve ser repetida indefinidamente, porque doses frequentes de corticoide dentro da articulação podem acelerar o desgaste. A infiltração com ácido hialurônico tem evidência mais fraca no ombro do que no joelho e é discutida caso a caso.

Artrose no ombro é coberta pelo convênio? A consulta com ortopedista, os exames de imagem, a fisioterapia e a cirurgia de prótese de ombro têm cobertura pelos convênios, conforme o contrato e a indicação clínica. A SUORT atende mais de 50 convênios em Perdizes, entre eles Bradesco Saúde, Unimed Seguros, Omint, Cassi, Mediservice e Notredame, e confirma a elegibilidade antes da primeira consulta.

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