Aquela sensação de pisar numa pedra que não está lá ou aquela queimação entre os dedos do pé que aparece depois de alguns minutos com o sapato fechado e some quase imediatamente quando você o tira tem nome: Neuroma de Morton. É uma condição ortopédica frequente, especialmente em mulheres entre 35 e 55 anos, que afeta os nervos da planta do pé na região entre os metatarsos e provoca dor ardente, formigamento e, às vezes, dormência nos dedos. Em Perdizes, na zona oeste de São Paulo, a SUORT Clínica Integrada trata o Neuroma de Morton com mais de 50 convênios aceitos, incluindo Bradesco Saúde, Omint, Cassi, Geap, Mediservice e Notredame.
O Neuroma de Morton é clinicamente descrito como um espessamento do tecido perineural ao redor do nervo digital plantar, causado por compressão e irritação repetitiva na região metatarsal. Apesar do nome "neuroma", não se trata de um tumor é uma fibrose que envolve o nervo e o torna hipersensível à pressão. Estudos brasileiros realizados pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia indicam que 87% dos pacientes com Neuroma de Morton relatam dor em queimação como sintoma principal, seguida por sensação de formigamento e dormência. A condição acomete predominantemente o sexo feminino, correspondendo a 86,6% dos casos operados em estudos nacionais, com localização preferencial no terceiro espaço interdigital em 83,5% das ocorrências.
Agendar consulta com convênioO pé humano tem nervos digitais plantares que passam entre as cabeças dos metatarsos para inervar os dedos. No Neuroma de Morton, um desses nervos mais frequentemente o que passa entre o terceiro e o quarto dedos fica cronicamente comprimido pelo ligamento metatarsal transverso e pelas cabeças ósseas adjacentes. Com a repetição, o nervo desenvolve uma fibrose progressiva ao redor de sua bainha, aumentando de volume e tornando-se ainda mais suscetível à compressão.
O resultado é a dor característica: ardente, pulsante, frequentemente descrita como "choque" ou "queimação" na planta do pé, irradiando para os dedos. Em Perdizes e nos bairros vizinhos de Higienópolis, Pompeia e Vila Madalena, os casos que chegam à SUORT com esse padrão de dor costumam ter histórico de uso frequente de calçados de bico fino ou salto alto os maiores fatores de risco modificáveis para o desenvolvimento do Neuroma de Morton.
Outros fatores que contribuem para o aparecimento do Neuroma de Morton incluem o pé cavo acentuado, o joanete (que altera a distribuição de carga no antepé), a fascite plantar associada a alterações biomecânicas do pé e atividades de impacto repetitivo sem calçado adequado, como corrida em tênis velho ou com palmilha desgastada.
O padrão de sintomas do Neuroma de Morton é bastante característico e, na maioria das vezes, permite ao ortopedista chegar ao diagnóstico pela história clínica antes mesmo do exame físico. Os sintomas que os pacientes de Perdizes, Sumaré, Pacaembu, Santa Cecília e Pinheiros relatam com mais frequência na SUORT são:
Um sinal que o ortopedista busca ao exame físico é o sinal de Mulder: a compressão lateral das cabeças metatarsais com uma mão enquanto a outra pressiona o espaço interdigital afetado produz uma dor e, muitas vezes, um clique palpável gerado pelo deslocamento do neuroma. Embora o diagnóstico seja clínico na maioria das vezes, exames como ultrassonografia e ressonância magnética contrastada podem ter grande valia no auxílio diagnóstico ou no planejamento cirúrgico.
Falar com a SUORT pelo WhatsAppA boa notícia para a maioria dos pacientes é que o tratamento conservador do Neuroma de Morton resolve satisfatoriamente a maior parte dos casos. O protocolo conservador resolve cerca de 70% dos casos, com estudos do Hospital das Clínicas de São Paulo mostrando 78% de melhora dos sintomas com uso regular de palmilhas com suporte metatarsal por 3 meses. O tratamento é conduzido em etapas, progredindo conforme a resposta do paciente:
Palmilhas ortopédicas personalizadas com apoio retrocapital redistribuem a carga nas cabeças metatarsais, reduzindo a compressão sobre o nervo afetado. Na SUORT em Perdizes, a prescrição da palmilha é feita pelo ortopedista com base no exame biomecânico do pé, garantindo que o suporte seja posicionado exatamente onde a pressão precisa ser aliviada.
Fisioterapia especializada atua no fortalecimento da musculatura intrínseca do pé, no alongamento da fáscia plantar e na mobilização neural. Os fisioterapeutas da SUORT Carlos Mourao (CREFITO 350970-F) e Pietro Bortignoni (CREFITO 294003-F) aplicam protocolos específicos para disfunções do antepé, integrados ao acompanhamento ortopédico no mesmo espaço sem que o paciente de Lapa, Barra Funda ou Pompeia precise coordenar dois serviços em locais diferentes.
Infiltração guiada por ultrassom é indicada quando as medidas iniciais não controlam a dor. A técnica ecoguiada de infiltração do Neuroma de Morton permite a confirmação do local correto a ser infiltrado, refletindo na melhora dos resultados clínicos e evitando a infiltração acidental de estruturas vizinhas. O corticoide alivia a inflamação; quando o quadro é recorrente, o ácido hialurônico pode ser uma alternativa com efeito mais duradouro.
Cirurgia fica reservada para os casos que não respondem ao tratamento conservador após 6 a 12 meses. As técnicas incluem a neurólise (liberação do nervo sem ressecção) e a neurectomia (retirada do neuroma). Estudos brasileiros com 217 pacientes submetidos a neurectomia por via plantar mostraram resultado satisfatório em 95,8% dos casos, com retorno às atividades em média em 37 dias. A via de acesso e a técnica são definidas pelo ortopedista com base na localização e tamanho do neuroma identificados no ultrassom ou na ressonância.
A SUORT Clínica Integrada fica na Rua Cayowaá, 2066, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo. Atende Neuroma de Morton com faturamento direto por mais de 50 convênios: Bradesco Saúde, Omint, Cassi, Geap, Mediservice, Notredame, Unimed Seguros, Metrus, Cabesp, Allianz, Amafresp, Assefaz, Cetesb, Fundação Cesp/Vivest, Fundação Saúde Itaú, Caixa Econômica Federal, Unafisco e outros.
Moradores de Higienópolis chegam em cerca de 12 minutos pela Av. Angélica. De Pompeia, são menos de 8 minutos. De Vila Madalena e Pinheiros, o acesso pela Av. Pedroso de Moraes leva em média 15 minutos. Pacientes de Sumaré e Pacaembu têm percursos ainda menores. De Santa Cecília e Barra Funda, o acesso pela Av. Pompeia ou pela Av. Antártica leva entre 10 e 20 minutos dependendo do horário.
Além da ortopedia, a SUORT oferece fisioterapia ortopédica, acupuntura e palmilhas ortopédicas no mesmo espaço, com equipes integradas que comunicam o plano de tratamento diretamente o que faz diferença especialmente nos casos de Neuroma de Morton que exigem abordagem combinada.
Agendar avaliação do pé com convênioO Neuroma de Morton tem cura sem cirurgia? Em cerca de 70% dos casos, sim. O tratamento conservador com palmilhas, fisioterapia e infiltração guiada por ultrassom resolve o quadro sem necessidade de intervenção cirúrgica. A cirurgia fica para os casos que não respondem após 6 a 12 meses de tratamento adequado.
Como diferenciar Neuroma de Morton de fascite plantar? A fascite plantar provoca dor na planta do calcanhar, pior nos primeiros passos da manhã. O Neuroma de Morton provoca dor entre os dedos, piora com sapato fechado e melhora ao tirá-lo. As duas condições podem coexistir, e o ultrassom as diferencia com precisão.
Qual calçado usar com Neuroma de Morton? Calçados com biqueira larga, palmilha com suporte metatarsal e salto baixo (até 3 cm) são os mais indicados. Sapatos de bico fino e salto alto comprimem o antepé lateralmente e agravam o neuroma. A troca de calçado é frequentemente o primeiro passo do tratamento.
O Neuroma de Morton pode afetar os dois pés? Sim. A bilateralidade ocorre em cerca de 21% dos casos, geralmente quando o fator causal é biomecânico ou relacionado ao tipo de calçado. O tratamento de ambos os pés pode ser feito em paralelo.
Posso correr com Neuroma de Morton? Depende da fase e da intensidade do quadro. Na fase aguda, o impacto da corrida agrava a compressão nervosa e deve ser evitado. Após controle da dor com palmilha e fisioterapia, a corrida pode ser retomada gradualmente com tênis adequado e palmilha personalizada. O ortopedista orienta o retorno seguro.
Preciso de encaminhamento do convênio para consultar na SUORT? Depende do plano. A maioria dos convênios aceitos pela SUORT incluindo Bradesco Saúde, Omint e Cassi permite acesso direto ao ortopedista. O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp (11) 97157-4944 ou pelo telefone (11) 3868-5566, onde a equipe orienta sobre as regras de cada plano.
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