Fisioterapia pélvica em Perdizes São Paulo - SUORT Clínica Integrada

Fisioterapia Pélvica em São Paulo

O QUE É A FISIOTERAPIA PÉLVICA?

A fisioterapia pélvica, também chamada de fisioterapia do assoalho pélvico ou fisioterapia uroginecológica, é a especialidade da fisioterapia voltada para a avaliação e tratamento das disfunções do assoalho pélvico, estrutura muscular que sustenta os órgãos da região: bexiga, útero, reto e, no homem, a próstata.

Quando os músculos do assoalho pélvico estão enfraquecidos, tensos ou descoordenados, surgem condições que afetam profundamente a qualidade de vida: incontinência urinária, prolapso genital, dor pélvica crônica, disfunções sexuais e dificuldades no pós-parto.

A fisioterapia pélvica atua de forma conservadora e altamente eficaz, frequentemente evitando cirurgias ou medicamentos contínuos. Na SUORT Clínica Integrada, em Perdizes, São Paulo, oferecemos fisioterapia pélvica para pacientes de Perdizes, Higienópolis, Pompeia, Sumaré, Vila Madalena, Pinheiros, Lapa, Barra Funda e Santa Cecília.

PARA QUEM É INDICADA A FISIOTERAPIA PÉLVICA?

A fisioterapia pélvica é indicada para mulheres e homens com diversas condições:

Incontinência urinária

A incontinência urinária afeta milhões de brasileiros, sendo mais prevalente em mulheres, especialmente após o parto e na menopausa. Revisão sistemática publicada no Journal Archives of Health (2025), analisando estudos publicados entre 2013 e 2023 nas bases SciELO, LILACS e BVS, confirmou melhora significativa dos sintomas urinários com fisioterapia pélvica, especialmente com protocolos individualizados e conduzidos por profissionais capacitados.

Os principais tipos de incontinência urinária tratados com fisioterapia são:

  • Incontinência de esforço: perda de urina ao tossir, espirrar, rir, pular ou praticar exercícios físicos
  • Incontinência de urgência: vontade súbita e incontrolável de urinar
  • Incontinência mista: combinação das duas anteriores

Reabilitação pós-parto

O parto vaginal e a cesárea geram demandas distintas sobre o assoalho pélvico. Estudo publicado na Revista Contemporânea (2024), analisando evidências de 2019 a 2023, confirma que a fisioterapia pélvica é intervenção eficaz na prevenção e tratamento da incontinência urinária no ciclo gravídico-puerperal. Os exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico, associados ou não a outras técnicas, mostraram-se eficazes em reduzir a frequência e a gravidade dos episódios de incontinência após o parto.

Uma metanálise de 30 ensaios clínicos randomizados mostrou ainda associação entre o treinamento pélvico e menor risco de lacerações perineais graves durante o parto, além de melhora da performance muscular durante o trabalho de parto.

Prolapso genital

O prolapso ocorre quando os órgãos pélvicos (útero, bexiga ou reto) descem em direção à abertura vaginal, causando sensação de peso, desconforto e dificuldade nas atividades diárias. A fisioterapia pélvica é o tratamento conservador de primeira escolha para casos leves a moderados.

Dor pélvica crônica

Dor na região pélvica com duração superior a 3 meses pode ter origem no assoalho pélvico hipertônico (tensionado em excesso). A fisioterapia pélvica atua com técnicas de relaxamento muscular, liberação miofascial e reeducação neuromuscular.

Pós-operatório de próstata

Homens submetidos à prostatectomia (retirada da próstata) frequentemente desenvolvem incontinência urinária temporária. A fisioterapia pélvica, iniciada precocemente, reduz significativamente o tempo de recuperação da continência.

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TÉCNICAS UTILIZADAS NA FISIOTERAPIA PÉLVICA

  • Exercícios de Kegel: contração e relaxamento progressivo dos músculos do assoalho pélvico
  • Biofeedback: equipamento que permite ao paciente visualizar a contração muscular e aprender a ativá-la corretamente
  • Eletroestimulação: estimulação elétrica que fortalece o assoalho pélvico sem esforço voluntário, indicada especialmente quando a musculatura está muito fraca
  • Treino vesical: reeducação dos hábitos urinários para controle da urgência
  • Liberação miofascial do assoalho pélvico: para casos de hipertonia (tensão excessiva)
  • Orientações posturais: postura e mecânica corporal que reduzem a pressão sobre o assoalho pélvico

A FISIOTERAPIA PÉLVICA FUNCIONA? O QUE A CIÊNCIA DIZ

A resposta é inequivocamente sim, e com alto nível de evidência. Uma umbrella review publicada no JBI Evidence Implementation (2023), que avaliou ensaios clínicos randomizados sobre exercícios de assoalho pélvico em gestantes e no pós-parto, demonstrou associação clara entre o treinamento e menor risco de incontinência urinária e prolapso genital.

A Revista JRG de Estudos Acadêmicos (2024) publicou revisão da literatura sobre eficácia da fisioterapia pélvica, concluindo que diferentes técnicas como exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico e biofeedback são eficazes para reduzir a incontinência urinária em mulheres.

O Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIN), em parceria com a Bireme/Opas/OMS, desenvolveu o Mapa de Evidências da Efetividade das Práticas Integrativas, que confirma o papel da fisioterapia pélvica no controle da incontinência urinária e na reabilitação pós-parto com embasamento científico sólido.

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